terça-feira, 20 de novembro de 2018

CÁLICE DE ESPERANÇA


Por Geovani F. dos Santos


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Neste mundo tenebroso, o peregrino celestial apenas “aguarda a manifestação da glória do grande Deus e salvador Jesus Cristo (Tt. 2.13). Ele sabe que não temos morada aqui permanente e, portanto, permanece com os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da fé, o qual pelo gozo que estava proposto, suportou a cruz e a ignomínia, estando neste momento assentado à direita da majestade nos céus ( Hb 12.2). Esta certeza absoluta, insuflada no íntimo pelo Espirito Santo, é combustível propulsor de nossas almas, bem como o catalizador de todas as nossas mais prementes expectativas nesta existência, ou seja, é o que nos permite continuar em marcha fazendo a sua vontade, como mordomos fiéis, até que ele volte. Como é “impossível que Deus minta”( Hb 6.18), corroboramos nossa esperança nas Escrituras, pois tudo o que nela se encontra exarado foi deixado para o nosso ensino, “ afim de que pela consolação das Escrituras tenhamos esperança” ( Rm 15.4).

O apóstolo Paulo acrescenta que “esta esperança não traz confusão porquanto o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” ( Rm 5.5). Embasados nestas promessas, “forte conforto temos nós, os que já corremos para o refúgio, afim de lançarmos mão da esperança proposta”( Hb 6.18). E temos também nos assegurado numa  “âncora firme e segura” ( Hb 6.19), que nos mantêm inabaláveis  e fincados numa rocha inamovível. Pedro declara que os que estão fundamentados nesta rocha, a qual ele chama de “eleita e preciosa” não serão confundidos( 1 Pe 2.6).

Tendo tantas e tão preciosas promessas com estas, não devemos estar desalentados, haja vista estarmos respaldados na perfeita obra da cruz, onde cristo, verteu o seu precioso sangue, tornando-se o mediador de uma  Nova Aliança, inaugurada pelos seus méritos sacrificiais e sacerdotais em Gólgota. Destarte, continue firme neste afã, porque a despeito de tudo, seja nesta vida ou na outra, nosso cálice sempre transbordará.               

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