sábado, 21 de janeiro de 2017

A CONFIANÇA EM DEUS



Por Geovani F. dos Santos




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A fé de Abraão em Deus é um exemplo
poderoso a ser imitado
por todos os crentes. 
O que os homens devem fazer de modo correto é confiar na providência divina de forma incondicional e perseverante. Crer é antecipar-se à convicção de que a espera e confiança colocadas em Deus terão respostas reais em um dado momento segundo a vontade e o tempo do Senhor. Esperar em Deus deve nos conceder mais fé em suas promessas, bem como uma atitude de paciência e descanso n’Aquele que jamais nos deixará frustrados. O apóstolo Paulo sabia muito bem quem era esse Deus e com toda a certeza que somente a fé propicia declamava: “porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia” (2 Timóteo 1:12).


A fé não é virtude de privilegiados ou de homens ilustres, mas de todo homem ou mulher que ousar confiar no Deus invisível e crer que ele pode fazer de toda a impossibilidade o palco para que o seu nome seja glorificado através do milagre. Em hebreus 11.6 está escrito: Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam”.   Este versículo aponta para a necessária necessidade de se crer na existência do Eterno se se deseja obter alguma ação providencial de suas mãos. Qualquer ato de incredulidade deliberada ou intransigência ao ato de crer pode inviabilizar toda a resposta de Deus, haja vista que o Senhor só atua por meio de nossa fé. Na verdade, quando duvidamos ou descremos do Senhor estamos achando que o mesmo é incapaz ou incompetente para nos dar uma resposta. Tal comportamento é inaceitável e incompatível com alguém que de fato conheça quem é o seu Deus.


A Bíblia de Estudo Pentecostal afirma que o versículo 6 supracitado “descreve as convicções integrantes da fé salvíficas. Que são: (1) Devemos crer na existência de um Deus pessoal, infinito e santo, que cuida de nós. (2) Devemos crer que Ele nos galardoará quando o buscarmos com sinceridade, sabendo que o nosso maior galardão é a alegria e a presença do próprio Deus. Ele é nosso escudo e a nossa grande recompensa (Gn 15.1; Dt 4.29; Mt 7.7,8; Jo 14 21). (3) Devemos buscar a Deus com diligência e desejar ansiosamente a sua presença e graça.


Os deveres citados acima são imprescindíveis à vida dos crentes e condição inalienável para todo aquele que anseia por um relacionamento mais profundo com o seu Criador. Se levados à sério e aplicados a vida cristã, constituir-se-ão em rica fonte de bençãos, experiências e crescimento espiritual. A Bíblia de Estudo Devocional traz o seguinte comentário:

“ Crer que Deus existe é só o início; até os demônios creem (Tg 2.19,20). Deus não se conformará com o mero reconhecimento de sua existência. Ele quer um relacionamento pessoal e dinâmico com você, que transformará a sua vida. Aqueles que buscam Deus observarão que são recompensados com a intimidade de sua presença. Certamente, este é um dos grandes desafios da igreja hodierna, ou seja, voltar à fé dos antigos heróis da Bíblia. O pastor Daniel Aguiar em seu Blog  Levando a Boa Semente”, declara: 


"Falar sobre fé no mundo atual é um grande desafio. Lamentavelmente até mesmo dentro da própria igreja podemos, claramente, evidenciar a escassez dessa virtude que nos liga ao céu”.



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Os homens de Deus do passado foram marcados
por uma vida de fé que ia até às
últimas consequências por amor ao
Senhor.
Urge, portanto, diante desta constatação voltarmos à fé magnânima de Abraão, Isaque e Jacó, à convicção inabalável de Moisés, “que permaneceu firme como que vendo o invisível (Hb 11. 27), e aos extraordinários exemplos apresentados nas páginas sagradas de homens e mulheres que são eternizado na galeria dos heróis da fé. Vejamos:


"Pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.  As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra. E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa. Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados (Hebreus 11. 33-40).  


Referências:

Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
AGUIAR,Daniel. Fé, uma necessidade dos nossos dias. Disponível em: <http://pastordanielaguiar.blogspot.com.br/2017/01/fe-uma-necessidade-de-nossos-dias.html > Acesso em 21 de jan. 2017

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

OS HOMENS E A ETERNIDADE



Por Geovani F. dos Santos


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Barqueiro que na Mitologia grega levava
os homens ao Hades (Inferno)
Estarei pronto quando ele voltar ou me chamar para a eternidade? Sem dúvida todos nós deveríamos estar preparados para responder a esta tão importante pergunta. Todavia, o que se percebe é que muitas pessoas, mesmo muitas delas que se dizem cristãs, não estão aptas para dar uma resposta razoável a esta indagação, porque simplesmente não estão se importando ou nunca pararam para ponderar sobre o porvir e a brevidade da vida. Não importa quem sejamos ou o que temos neste mundo, um dia haveremos de deixá-lo e é, portanto, neste momento, que se passa a enxergar a verdade nua e crua que a Bíblia apresenta como salvação ou perdição eternas.  Um certo hino intitulado “O Juízo Final” traz a seguinte e incisiva declaração:



“O homem pode ser famoso no mundo inteiro,
ter grandes amigos e muito dinheiro,
mas quando morrer nada pode levar.
A multidão o levará até o cemitério,
mas daí pra frente o caso é mais sério,
Não terá ninguém para o acompanhar”



Estas frases na estrofe da música revelam o óbvio da finitude da vida e o caminho que todos nós faremos a nossa eterna morada. Contudo, embora muitos pensem que esta jornada será apenas para uma tumba fria ou para uma gaveta esquecida de um cemitério qualquer após a cessação da vida física, a Bíblia nos mostra exatamente o contrário. Existirá vida após a morte e não um estado de inanimação ou um mergulhar no nada como o pretendem os ateus ou céticos de plantão para os quais somente existe o aqui e agora e nada mais. 

 Em Hebreus 9.27 está escrito: “E como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois o juízo. É importante atentar que o texto declara que depois da morte virá “juízo”, isto é, a sentença final. Se a pessoa em questão ao morrer não sofresse nenhuma sanção devido aos seus pecados cometidos no corpo ou mergulhasse num estado de completa inconsciência ou inexistência, então porque haveria a necessidade de julgamento ou punição, uma vez que a pessoa não saberia da razão de sua sentença. Obviamente, partindo da premissa bíblica, se haverá um juízo de obras como a Bíblia declara, certamente a pessoa deverá estar em sã consciência para receber o seu veredicto quando o sumo-juiz se pôr a julgar todos os vivos e mortos por ocasião de sua vinda.



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A Ressurreição corpórea de Cristo é a nossa
certeza de justificação e vitória sobre
a morte. 
O versículo acima de Hebreus, coloca em evidência a ideia do castigo; mas, por outro lado nos apresenta a clara realidade de existir vida após a morte e, sobretudo, a ressurreição. Portanto, a mensagem   aqui apresentada aponta para uma clara esperança que deve ser expectada por todo aquele que crê e que antagoniza com o discurso dos que não veem senão este mundo. De acordo com Barclay, o mundo grego, fonte de inspiração dos céticos, via a morte como o fim da existência terrena e, por conseguinte da extinção de todos os sentidos. Na literatura grega e nos seus grandes expoentes filosóficos se pode constatar esta alusão. “Uma vez que a terra bebe o sangue do homem, morre de uma vez para sempre e não há ressurreição."    Asseverou Esquilo. "Não pode ser que o morto vá à luz. Porque a única perda é esta: que nunca o mortal volta a provar de novo; jamais a vida do homem apesar da riqueza pode ser ganha de novo. Declarou Euripedes. Na Obra de Homero encontramos Aquiles dizer ao chegar ao mundo das sombras: "Prefiro viver sobre a Terra como um assalariado, como um homem sem terra, de escassos meios de vida, que tendo domínio sobre todos os mortos que não existem mais."


Todas essas frases encontradas na literatura grega apontam para uma realidade melancólica de cessação física quando se morre. Estes homens estavam mergulhados no pessimismo e na incredulidade, não conheciam a Jesus e tampouco a esperança cristã da vida eterna. Quanta melancolia! Como o próprio Barclay declara em seu Comentário do Novo Testamento, o que se depreende do discurso dos pagãos do mundo greco-romano é um dolorido e definitivo adeus!  O comentarista corrobora o seu argumento citando um epitáfio grego encontrado em uma tumba do passado que diz:


"Adeus, tumba de Melite! Aqui jaz a melhor das mulheres, que amou a seu amante marido Onésimo; você foi a mais excelente, por isso ele sente saudades depois de sua morte; porque foi a melhor das esposas. Adeus também a você, mui querido esposo, somente ama a meus filhos."

ANIMAIS BÍBLICOS: DE HIENAS A HIPOPÓTAMOS

Rabbi Dr. Natan Slifkin *



Se você fosse convidado a nomear um livro que faz menção de leões, guepardos, crocodilos, hipopótamos e hienas, talvez os seus pensamentos fossem levados a Tarzan ou algum outro conto exótico. Ursos, chacais, macacos e panteras são o domínio do Livro das Selvas. Contudo estes animais também são encontrados na Bíblia.

No primeiro plano se pode ver uma chita listrada e uma hiena.
Ao fundo se vê um leão em exposição no Museu de História
Natural em Beit Shemesh, Israel. Photo: Cortesia de

Natan Slifkin.
Existem por volta de uma centena de diferentes tipos de mamíferos, pássaros, répteis, anfíbios, peixes e invertebrados mencionados na Bíblia. É difícil dar um número preciso porque existem várias palavras que podem ser sinônimos para a mesma criatura, ou o vocábulo usado pelos autores bíblicos não está inteiramente claro se eles estão mesmo se referindo a animais.


Uma vez que o cenário da Bíblia é a Terra Prometida e seu meio-ambiente, os animais descritos nas Escrituras são aqueles que eram nativos da região em questão. Assim, não existem menções à pandas, pinguins ou ursos polares na Bíblia. Todavia existem algumas exceções, a saber, macacos e pavões indianos aparecem na Bíblia. A razão para isso é porque eles foram trazidos como presentes para adornar o Palácio de Salomão (1 Reis 10.22). Existe ainda uma possível referência à girafa (Deuteronômio 14.5), a qual da mesma forma, teria sido exportada desde a África em navio como presente. Fora estas exceções, os animais da Bíblia são os da região de Israel.

Não se pode ler um livro moderno sobre a fauna de Israel para se ganhar entendimento da vida selvagem bíblica, pois existem inúmeras espécies que vivem no moderno Israel que não são nativas da região e, portanto, não viveram nos tempos bíblicos. Estas espécies não aparecem na Bíblia. Pássaros Mynah, nútria (roedores como castor) e o rato marrom ubiquitous são abundantes em Israel hoje, mas não viveram lá durante épocas bíblicas.

Um ibex adulto com o seu filhote no Museu
de História Natural. Photo: Cortesia de
Natan Slifkin.
Por outro lado, existem muitas outras espécies mencionadas na Bíblia que viveram em terras bíblicas, mas posteriormente desapareceram da área. Estes incluem hipopótamo (Jó 40. 15-25), crocodilos (Ezequiel 29.3-6), Antílope (Deuteronômio 14: 4), chitas (Habacuque 1: 8), ursos (2 Reis 2:24) e leões ( mencionados  mais de 150 vezes. Alguns outros animais foram criados em cativeiro e foram posteriormente liberados para o meio selvagem, como avestruzes (Lamentações 4: 3), veados mesopotâmicos (Gênesis 49:21) e o magnífico antílope órix (Deuteronômio 14: 5).

Porque a Terra de Israel faz a ponte entre a Europa, África e Ásia, foi o lar de uma combinação única de animais. Era a parte mais setentrional da escala de muitos animais africanos, tais como crocodilos e hipopótamos. Era a parte do sudeste da escala de muitos animais europeus, tais como cervos de Fallow e lobos; E era a parte mais ocidental da escala de muitos animais asiáticos, tais como o chita asiático. Além disso, devido à sua localização no lado oriental do Mediterrâneo, é parte da rota de migração para inúmeras aves passando entre a Europa e a África.Assim, a combinação de animais encontrados na Bíblia é uma combinação única que não seria encontrada em qualquer outro lugar do mundo.

Desde que as espécies particulares são limitadas a determinadas regiões do mundo, historicamente as pessoas que não viveram nas terras bíblicas não estavam familiarizadas com os animais da Bíblia. Consequentemente, eles transpuseram os nomes dos animais bíblicos para seus equivalentes locais. Assim, o zvi da Bíblia (Provérbios 6. 5) é a gazela, mas na Europa, onde não havia gazelas, o nome zvi foi transferido para o veado. O shu'al, uma espécie de que Sansão capturou 300 e amarraram marcas de fogo em suas caudas (Juízes 15. 4), foi identificado na Europa como uma raposa, levando os críticos bíblicos como Voltaire a zombar da noção de que seria possível Para encontrar 300 membros de um solitário solitário como a raposa. No entanto, como outros versos indicam, o shu'al da Escritura é realmente o chacal (ver Salmos 63.11), um parente da raposa que se reúne em grandes embalagens. No entanto, porque não há chacais na Europa, as pessoas ali transportam o nome shu'al para a raposa.

No Museu Bíblico de História Natural em Israel, a complexa zoogeografia da Bíblia é fascinantemente refletida nas reações dos visitantes aos animais em exibição. Os visitantes americanos estão familiarizados com ursos e lobos, mas eles tendem a confundir o crocodilo com o jacaré. Os visitantes europeus estão familiarizados com o cervo, mas muitas vezes são confundidos com o mangusto. Os visitantes sul-africanos estão muito familiarizados com muitos dos animais em exposição, incluindo o hyrax (o coelho das rochas bíblico ou "rock texger" do Salmo 104:18, um animal que confunde pessoas da Europa e América, mas que é bem conhecido aqueles que foram a Cidade do Cabo), mas eles nunca viram ursos ou lobos. E enquanto todos estão familiarizados com o leão, chita e hipopótamo, é um choque perceber que essas criaturas costumavam vagar selvagens na Terra Prometida - numa época em que o país estava muito mais densamente coberto de florestas e pântanos. Talvez a Bíblia possa de fato ser chamada de Livro da Selva.




* O rabino Dr. Natan Slifkin é o diretor do museu 
bíblico da história natural em Beit Shemesh, Israel (www.biblicalnaturalhistory.org). Ele também é o autor de numerosos livros sobre religião e ciências naturais, incluindo a Enciclopédia da Torá do Reino Animal (2015).




Extraído da Revista de Arqueologia Biblica (Archaeology Biblical Review).
Tradução: Geovani F. dos Santos


sábado, 24 de dezembro de 2016

NATAL, UM MOMENTO DE REFLEXÃO



Por Geovani F. dos Santos


“E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde antigos, desde os dias da eternidade” (Miquéias 5.2).

“Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia” (Mateus 1.1). 


Deparamo-nos como mais uma véspera de Natal que o Senhor nos concede com vida e saúde e, sobretudo, estando na sua presença divinal. À medida em que os tempos escorrem para o vácuo da memória e se tornam parte do panteão da história de nossas vidas neste mundo, somos forçosamente levados a refletir sobre a trajetória de nossas existências fazendo em um dado momento um retrospecto do passado, tendo em vista firmar os nossos passos no presente e, por conseguinte, prepararmo-nos para o futuro com fé e esperança no Cristo que vive e em breve virá para restaurar este mundo agonizante.

Neste momento de reflexão em que revisitamos nossas reminiscências, obviamente, como num lapso ou átimo de segundo nos vem à recordação os entes queridos e os caros amigos que estiveram junto à nós em outros natais, mas que não estão mais conosco. Partiram para a eternidade deixando saudades indeléveis na tábua de nossos corações.


Nos instantes de nostalgia uma lágrima ou outra pode brotar em nossos olhos, mas, ao mesmo tempo, recebemos as consolações do Espírito Santo, alentando-nos e nos dando novas expectativas em Deus e em seu cuidado paternal para com todos os seus filhos queridos.  Lembramo-nos então de que no mundo somos peregrinos e que um dia estaremos com o Senhor. O Natal, portanto, se reveste de um momento de renovação de aliança, onde podemos reiterar nossos votos de lealdade a Jesus e permanecermos inabaláveis com os olhos fitos em suas promessas infalíveis.


E é este o verdadeiro sentido do Natal cristão, levar-nos a viver em despojamento dos padrões impostos por este mundo insano e mergulhado em guerras, matanças e ódios desenfreados. Diante do exposto me vem à mente as palavras do apóstolo Paulo, que diz: “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação das vossas mentes” (Romanos 12.2). Somente com mentes transformadas pelo Espírito Santo poderemos viver renovados no espírito do nosso entendimento (Efésios 4.23) e, desta forma, vivermos no mundo fazendo toda a diferença. Que possamos interiorizar a mensagem do Rei dos reis, “cujas origens são desde antigos, desde os dias da eternidade” (Miqueias 5.2) e, portanto, em fazendo isso vivermos em seu amor e bondade, sempre embalados em ternos afetos de misericórdia uns para com os outros. UM FELIZ NATAL A TODOS!  

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

NOVAS COISAS VIRÃO COM O REINO DO MESSIAS

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Por Geovani F. dos Santos


Nós sabemos que todas as coisas que Deus fez permanecerão, e a promessa do Senhor aos seus filhos é de “um novo céu e de uma nova terra nos quais habitam a justiça” (Isaías 65.17; 2 Pedro 3.13; Apocalipse 21.1).

No momento estamos no mundo, mas estamos convictos desta promessa de Deus porque o próprio Jesus disse que embora estejamos no mundo, não somos do mundo (João 15.19). Desde o momento em que aceitamos o Senhor Jesus como nosso salvador pessoal e recebemo-lo em nossos corações, passamos a ter uma nova cidadania, ou seja, uma cidadania celeste – a verdadeira cidadania que todo indivíduo deveria desejar— ser cidadão de um reino eterno que jamais passará (Filipenses 3.20; Daniel 2.34). Portanto, a nossa certeza e fundamento é que o Senhor irá cumprir todos os seus designíos para com a humanidade e acabar com este estado de coisas lamentáveis que, agora, na atualidade, entristecem nossa alma.

 No presente, nós vivemos   em um reino que ainda não foi consumado e, portanto, nele habitam tanto cristãos verdadeiros- renascidos como também crentes nominais, representados pelas metáforas do “joio e do trigo” (Mateus 13.24—30).  Quando o reino se consumar, todos os que promovem “escândalos e praticam a iniquidade” e serão extirpados dele, conforme se depreende das palavras de Jesus ao explicar a parábola do Joio e do trigo aos seus discípulos em particular. Vejamos:

“Então ele deixou a multidão e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e pediram: "Explica-nos a parábola do joio no campo".  Ele respondeu: "Aquele que semeou a boa semente é o Filho do homem.  O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno, e o inimigo que o semeia é o Diabo. A colheita é o fim desta era, e os encarregados da colheita são anjos. "Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim também acontecerá no fim desta era. O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz cair no pecado e todos os que praticam o mal.  Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Aquele que tem ouvidos, ouça. (Mateus 13.35—43). 

As palavras contundentes de Cristo ao fazer a exposição explicativa da parábola revelam que o Senhor dará fim ao problema do mal no mundo e fará com que o seu projeto original, interrompido pela queda, tenha andamento. Deste reino ficarão de fora todos os que praticam a iniquidade que no grego é “anomos”, raiz etimológica de onde deriva o termo “anomia” que quer dizer sem lei, sem normas, sem regras.    
  


      

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

JERUSALEM DIVISION IS ARCHITECTED

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US President Barack Obama wants to revive in his last year in office peace plans for the Middle East again, reports The Wall Street Journal. The goal is specifically to work on the two-state solution. There are several possible scenarios; one of them is the requirement that Israel recognize East Jerusalem as capital of a Palestinian State.


Source: Call Midnight / August 2016

A DIVISÃO DE JERUSALÉM É ARQUITETADA?

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O presidente dos EUA, Barack Obama, quer reviver em seu último ano de mandato os planos de paz para o Oriente Médio mais uma vez, relata o The Wall Street Journal. O objetivo é especificamente para trabalhar na solução dos dois Estados.  Há vários cenários possíveis; um deles é a exigência de que  Israel reconheceria Jerusalém Oriental como capital de um Estado Palestino.


Fonte:Chamada da Meia-Noite / Agosto de 2016