Por Geovani F. dos Santos
Neste mundo tenebroso, o
peregrino celestial apenas “aguarda a manifestação da glória do grande Deus e salvador
Jesus Cristo (Tt. 2.13). Ele sabe que não temos morada aqui permanente e,
portanto, permanece com os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da fé, o qual
pelo gozo que estava proposto, suportou a cruz e a ignomínia, estando neste
momento assentado à direita da majestade nos céus ( Hb 12.2). Esta certeza
absoluta, insuflada no íntimo pelo Espirito Santo, é combustível propulsor de
nossas almas, bem como o catalizador de todas as nossas mais prementes
expectativas nesta existência, ou seja, é o que nos permite continuar em marcha
fazendo a sua vontade, como mordomos fiéis, até que ele volte. Como é “impossível
que Deus minta”( Hb 6.18), corroboramos nossa esperança nas Escrituras, pois
tudo o que nela se encontra exarado foi deixado para o nosso ensino, “ afim de
que pela consolação das Escrituras tenhamos esperança” ( Rm 15.4).
O apóstolo Paulo acrescenta que “esta
esperança não traz confusão porquanto o amor de Deus foi derramado em nossos
corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” ( Rm 5.5). Embasados nestas promessas,
“forte conforto temos nós, os que já corremos para o refúgio, afim de lançarmos
mão da esperança proposta”( Hb 6.18). E temos também nos assegurado numa “âncora firme e segura” ( Hb 6.19), que nos
mantêm inabaláveis e fincados numa rocha
inamovível. Pedro declara que os que estão fundamentados nesta rocha, a qual
ele chama de “eleita e preciosa” não serão confundidos( 1 Pe 2.6).
Tendo tantas e tão preciosas
promessas com estas, não devemos estar desalentados, haja vista estarmos
respaldados na perfeita obra da cruz, onde cristo, verteu o seu precioso
sangue, tornando-se o mediador de uma Nova
Aliança, inaugurada pelos seus méritos sacrificiais e sacerdotais em Gólgota. Destarte,
continue firme neste afã, porque a despeito de tudo, seja nesta vida ou na
outra, nosso cálice sempre transbordará.