sábado, 6 de outubro de 2018

UM NOVO TEMPO

Por Geovani F . dos Santos


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Os brasileiros não podem perder a oportunidade de dizer aos velhos chacais da política brasileira que estão fartos dos seus discursos mentirosos e de sua desfaçatez. Neste domingo, 07/10 uma nova história pode ser escrita com a eleição de Jair Bolsonaro à presidência do Brasil. Depois de dois mandatos de governos esquerdistas, cuja ideologia perniciosa mergulhou o país no caos, um novo tempo precisa ter início com a possibilidade de mudanças significativas para o nosso povo, já tão cansado de promessas e farto de anos de malabarismos retóricos que não levaram a nação a lugar nenhum. Neste domingo vote 17!

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

TEMPOS SURREAIS


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Por Geovani F. dos Santos



Parei para pensar um pouco nos acontecimentos do cotidiano e, diante dos fatos, fiquei um tanto atônito com a realidade descortinada. Que  ao meu ver parece surreal. Penso  que a crueza de nosso tempo tem deixado os homens um tanto insensíveis, todavia, isso não deveria ser a regra. Não podemos nos desumanizar. A essência de bondade, misericórdia, compaixão, solidariedade e alteridade não pode ser esquecida, caso contrário, nos brutalizaremos em tamanho grau  que a hecatombe de nossa espécie se acelerará. Diante do mal e da ameaça do mesmo, não podemos baixar a nossa guarda. Tampouco devemos ser coniventes com o ilícito, como se o "fazer errado" fosse algo aceitável em determinada conjuntura. 

Quem pensa desta forma está fadado à própria ruína, haja vista que os pilares de nossa civilização baseiam-se no ideário cristão de amor ao próximo. O contrário disso conduz à barbárie, ao genocídio e à dizimação completas. Mas qual seria a razão de tamanho embrutecimento? Poder-se-ia elencar inúmeras razões, no entanto, fica evidente que é o descaso para com o sagrado a mãe de todas as iniquidades. Quando se tira Deus do seu verdadeiro lugar e entroniza-se no trono do coração uma ideologia ou qualquer outro ideário que não se coaduna com a sua vontade está se escancarando o caminho para que o mal em sua maior acepção se aposse das almas. 

É o vazio existencial resultante do divórcio de Deus que conduz homens para a perdição. Negar a verdade apresentada pelas Escrituras e autoproclamar-se independente do criador é  maior de todas as blasfêmias,  punível  com uma eternidade no lago de fogo. Quando penso nestas palavras me vêm à mente às palavras de Cristo quando diz: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15.5). Esse versículo nos chama atenção para a exclusividade de Cristo no tocante à salvação e também ao êxito de nossas empreitadas neste mundo. Sem Cristo como nos declara Werner de Boor: "Não há pessoas salvas e plenificadas de vida divina para a eternidade". E, se, não há pessoas plenificadas e completas em Deus, depreende-se que reina um vazio profundo que, por vezes, é preenchido com prazeres paliativos, como gozos transitórios e com distrações fugazes os quais ampliam ainda mais o sentimento de frustração do individuo, uma vez que toda ânsia ou aspiração humanas só podem ser preenchidas em Deus.

O apóstolo Paulo declara que a humanidade está sob a queda e sob a queda vive sob uma "miséria frustrante" (matalaiotes). Tudo no mundo, portanto, leva invariavelmente, as marcas do pecado de Adão e Eva, nossos primeiros pais no Éden. Todo mal no mundo reside nesta verdade e quanto mais se ignora o fato e não se resolve o problema do pecado e da ausência do controle de Deus no coração, mas se avança para o caos irremediável. Portanto, fica evidente que tudo o que vemos no mundo é uma clara e incisiva declaração de que os homens nunca conseguirão cousa alguma se permanecerem em seu caminho de rebelião contra os céus. As consequências desta semeadura tola já estão sendo colhidas agora e recrudescerão repercutindo na eternidade. É uma cousa a se pensar e decidir-se logo por Cristo. "Entra em acordo depressa com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho do tribunal, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, o juiz te entregue ao carcereiro, e te joguem na cadeia. Com toda a certeza afirmo que de maneira alguma sairás dali, enquanto não pagares o último centavo" ( Mateus 5.25,26 -Bíblia King James).                       

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

MADURO EMBARCA RUMO À CHINA EM BUSCA DE ALÍVIO PARA ECONOMIA


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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, embarcou ontem para a china, anunciando em cerimônia no aeroporto que a viagem era “necessária, oportuna e cheia de grandes expectativas”. De acordo com analistas venezuelanos, Maduro negociará três acordos com os chineses: um novo empréstimo de 5 bilhões; um novo período de carência, de seis meses, para o serviço da dívida já contraída; e um memorando de entendimento para a proteção do investimento da China na Venezuela. 

O sócio e diretor do portal venezuelano Ecoanalitica, Asdrúbal Oliveros, afirmou no Twiter que as negociações dariam mais tempo a Maduro que acaba de baixar um pacote para tentar domar a hiperinflação e conter a recessão: Maduro ganha tempo, pois, para um regime que aprendeu a viver com pouco ( em termos de divisas); esse auxílio da China, caso se concretize, lhe dará um respiro”, disse.

 Em Pequim, o ministro do Exterior chinês, Wang Yi, declarou que seu país está disposto a oferecer apoio financeiro à Venezuela. De acordo com o Instituto Internacional de Finanças de Washington, que representa alguns dos maiores bancos do mundo, A Venezuela tem uma dívida externa pública de cerca de US$ 150 bilhões, incluindo US$ 23 bilhões da China. De um acordo com um banco de dados do Centro de Estudos Interamerican Dialogue, entre 2007 e 2016 a Venezuela recebeu da China  US$ 62 bilhões  em investimentos e empréstimos  em troca de petróleo. No entanto, o fluxo financeiro chinês começou a diminuir há cerca de três anos, quando Caracas pediu mudanças nos termos de pagamento, depois que a queda nos preços do barril e a redução em sua produção petrolífera deixaram a econmia sem divisas disponíveis.  


Fonte: O GLOBO 13/09/2018


UM PADRÃO DE VIDA


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"As Escrituras apresentam um padrão de vida que deve ser perseguido por todos aqueles que desejam chegar aos céus. Isso  envolve abandonar tudo aquilo que é contrário à lei divina, deixar tudo o que a Bíblia apresenta como em não conformidade com o Evangelho e permitir que a ação do Espírito Santo proceda a transformação  interior, a qual tem seu início quando a palavra é enxertada no coração ( Tg 1.19).  
                                                                           
                                                                                                      Geovani F. dos Santos

terça-feira, 24 de outubro de 2017

DEUS, O SENHOR DA HISTÓRIA

Por  Geovani Figueiredo dos Santos


Os propósitos e a vontade de e Deus podem parecer estranhos e enigmáticos aos viajantes na estrada da vida, todavia, é necessário entendermos que o Senhor sabe perfeitamente o que faz. Certa feita, o renomado físico Albert Einstein declarou: “O azar não existe, Deus não joga dados com o universo”. Essa frase pode até ter sido dita com outra finalidade, mas nós a usamos para reforçar o argumento de que não existe uma “casualidade” intrínseca nos acontecimentos, mais que cada um deles é tecido por vontades maiores, sejam estas: humanas ou divinas. Todo o acontecimento, segundo esse argumento, tem sempre uma causa primária numa ação produzida por uma vontade que está acima de outras vontades e, que, por ser determinante e diretiva, conduz o indivíduo a uma realização ou acontecimento, sem que o sujeito que sofre a ação ou diretividade se aperceba de que é apenas um instrumento utilizado para o cumprimento de um fim ou um mero peão num tabuleiro universal.



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Pode até parecer estranho ou confuso, mas existe um quê de lógica neste arrazoamento. Vejamos a história de Ciro, o grande; monarca medo-persa que viria a ser conquistador de nações e cujo império é descrito como uma das partes da estátua do sonho de Nabucodonosor e representado pelos “peitos e braços de prata” (Daniel 2.32). 

Heródoto conta uma história sobre um rei medo do século VI a.C, conhecido como Astíages, que teve um sonho perturbador com o seu neto recém-nascido que, em crescendo, usurparia o seu trono. Tomando a visão noturna como um augúrio, ordenou que o menino fosse morto, evitando dessa forma que a profecia onírica se cumprisse. Por razões surpreendentes o menino conseguiu escapar de seu malfadado destino, cresceu, e se tornou valoroso guerreiro, vindo posteriormente, cumprir o sonho do avô, derrotando-o em batalha, e fazendo-o seu prisioneiro. 

O império de Ciro se estendeu desde   a Capadócia, o Ponto, a Armênia e boa parte do atual Irã, e abrangia também o domínio sobre a tribo ária: a dos persas. Em 555 a.C, Ciro unifica as tribos arianas da região e contando com a adesão de outros povos vizinhos, ergue uma federação da qual passou a ser o comandante. Surgia aí o grande Império Medo-Persa, que viria a ser o conquistador da grande Babilônia dos Caldeus, que entrara em declínio após a morte de Nabucodonosor.

Deus preparou Ciro para ser o instrumento de juízo divino contra Babilônia. Da mesma forma como ela fez com o reino de Judá, impingindo-lhe humilhação, escravidão e derrota; assim, da mesma maneira lhe seria dado o troco. A que serviu de látego, sofreria agora o duro açoite de um novo ator levantado pelo Senhor no cenário geopolítico daquela época.  Inúmeros foram os vaticínios contra a Grande Babilônia –  a cabeça de ouro –, e os profetas de Deus foram incansáveis em proferir estes juízos bem como deixá-los registrados nos anais das Escrituras Sagradas. 

O profeta Isaias proferiu o seguinte peso, vejamos: “Peso de Babilônia, que viu Isaías, filho de Amós. Alçai uma bandeira sobre o monte elevado, levantai a voz para eles; acenai-lhes com a mão, para que entrem pelas portas dos nobres. Eu dei ordem aos meus santificados; sim, já chamei os meus poderosos para executarem a minha ira” [...] “Já se ouve a gritaria da multidão sobre os montes, como a de muito povo” [...] “Todo o que for achado será traspassado” [...] “E suas crianças serão despedaçadas perante os seus olhos, suas casas saqueadas” [...] “Eis que eu despertarei contra ela os medos, que não farão caso da prata, nem tampouco desejarão ouro” [...] “E Babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus,  será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou” [...] “Nunca mais será habitada”  ( Isaías 13.1-20).

Isaías usa imagens fortes e palavras duras para descrever vividamente o destino daquela que fora a senhora entre nações. A profecia revela a impetuosidade do castigo que sobreviria aos caldeus e o fim do seu grande império. Aquela que começou em glória teria um triste ocaso. Seu destino era o pó e a ruína. No capítulo 21 Isaías profetiza a vinda dos medos-persas descrevendo-os como “tufões de vento do Sul que tudo assolam” (v.1).  Mas adiante, no final do capitulo 44 o Senhor chama Ciro de “meu pastor” (v.28) e, no início capitulo 45, Deus novamente faz menção a Ciro chamando-o de “seu ungido” (v.1). 

Observe que Ciro é um rei pagão, um homem que adorava outros deuses, todavia, Deus se utiliza dele como um instrumento de juízo para julgar a nação babilônica por todos os seus crimes.  Citando a Bíblia de Referência Scofield, Champlin acrescenta:  "Esta é a única instância onde a palavra 'ungido' é aplicada a um gentio. Nabucodonosor foi chamado de 'servo' de Yahweh (ver Jr 25.9; 27.6 e 43.10). Isso, juntamente com a designação 'meu pastor' (Is 44.28), também um título messiânico, assinalou Ciro como notável exceção, um tipo gentílico de Cristo. Os pontos são: 1. ambos são irresistíveis conquistadores dos inimigos de Israel (Is 45.1; Ap 19.19-21); 2. ambos são restauradores da cidade santa (Is 44.28; Zc. 14.1-11); 3. por meio de ambos, o nome do verdadeiro Deus é glorificado (Is 45.6; I Co 15.28)”. 

Seja como for, é Deus quem controla a história e o movimento dos homens sobre a terra já está de antemão traçado. Do começo ao fim das eras é o Senhor quem determina rumo dos acontecimentos e é, ele mesmo, que definirá o rumo dos acontecimentos deste mundo até ao fim da história.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

POR AMOR A CRISTO

Por Geovani F. dos Santos



“Tenho vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos e recordar as palavras do Senhor, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber. E, havendo dito isso, pôs-se de joelhos e orou com todos eles” (Atos dos Apóstolos 20.35).

Esta passagem revela o verdadeiro espírito e propósito do coração do apóstolo Paulo em servir e se mostrar solidário aos santos. Depois de sair de Antioquia e passar   pelas regiões da Galácia e da Frígia, chegou a Mileto, de onde convocou os presbíteros da Igreja de Éfeso para lhes dar instruções (At 20.17-38).  De acordo com o Dicionário John Davis, Mileto localizava-se no litoral da Iônia, cerca de 66 quilômetros e meio ao sul de Éfeso, próximo aos limites da Cária. Nela havia um suntuoso templo dedicado ao deus grego Apolo e foi pátria dos filósofos Tales e, supõe-se também de Demócrito. Segundo o Comentário Bíblico Pentecostal, Paulo não foi pessoalmente a Éfeso devido à incerteza sobre a saída do navio. Preferiu esperar os líderes ali mesmo.


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Ao chegarem, Paulo expõe-lhes um discurso caloroso, uma espécie de defesa de seu apostolado e de suas condutas enquanto esteve com eles no decurso de seu trabalho missionário. O apóstolo usa a frase: “ Vós bem sabeis” (At 20.18), quando se dirige aos homens porque todos eles sabiam do denodo do seu coração em fazer a obra do Mestre e lhe eram testemunhas dos seus sacrifícios em nome do avanço do Evangelho em toda a Ásia, sobretudo, quando esteve entre eles, em Éfeso, por três anos consecutivos ensinando-os e preparando-os para o exercício do ministério afim de que pudessem sucedê-lo posteriormente.

Paulo revela que não mediu esforços para empreender o seu trabalho missionário e expõe todo o seu sentimento ao declarar que fez isso com “muita humildade e com muitas lágrimas no rosto e tentações” (At 20.19).  O intuito de tal discurso é obviamente aguçar nos corações dos líderes a percepção de que o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo é uma tarefa que exige profunda renúncia e disposição para se suportar perseguições e sofrimentos por amor a sua causa. O apóstolo coloca-se como exemplo a ser seguido e como um modelo de pertinácia em se cumprir a vontade de Deus sem se importar com as consequências advindas deste ato. Obviamente tem em mente as agruras enfrentadas em sua jornada na região e as perseguições sofridas dos judaizantes e dos pagãos que se viram prejudicados por sua proclamação e ensino das Escrituras. À medida que muitos preferiam o Evangelho às práticas ritualísticas judaicas e ao culto pagão, era inevitável que não viessem retaliações.

Um exemplo disso foi o que aconteceu na primeira viagem missionária quando entraram em uma sinagoga em Icônio (At 14.1), quando depois da exposição das Escrituras e devido a repercussão do ensino nos corações, com muitas conversões, os judeus se levantaram contra eles. Assim diz o texto sagrado: “E aconteceu que, em Icônio, entraram juntos em uma sinagoga dos judeus e falaram de tal maneira, que creu uma grande multidão, não só de judeus, mas também de gregos. Mas os judeus incrédulos incitaram e irritaram, contra os irmãos, o ânimo dos gentios” (At 14.1,2). Estas perseguições eram recorrentes na vida do apóstolo e se tornaram para ele motivo de regozijo em Cristo. Fora chamado para sofrer por Ele (At 9.15,16). Veja uma série de outros textos que mostram os perigos que espreitavam a vida do apóstolo Paulo continuamente durante o seu trabalho missionário:


1.    Perigo de Assassinato: “ E falava ousadamente no nome de Jesus. Falava e disputava também contra os gregos, mas eles procuravam matá-lo” (At 9.29).

2.    Expulsão da cidade: “Mas os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora dos seus limites” (At 13.50).

3.    Insultos e Apedrejamentos: “ E havendo um motim, tanto dos judeus como dos gentios com os seus principais, para os insultarem e apedrejarem” [...] “Sobrevieram uns judeus de Antioquia e de Icônio, que, tendo convencido a multidão, apedrejaram a Paulo e o arrastaram para fora da cidade, cuidando que estava morto” (At 14. 5,19).

4.    Açoites: E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoita-los com varas” (At 16.22) [...] “ Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites dos judeus” (2 Co 11.24).

5.    Condução aos Tribunais: “Mas, sendo Gálio procônsul da Acaia, levantaram-se os judeus concordemente contra Paulo e o levaram ao tribunal”. (At 18.12).

6.    Fúria da Multidão: “porque a multidão do povo o seguia clamando: mata-o” (At 21.36).

7.    Ameaças: “ E ouviram-no até esta palavra e levantaram a voz, dizendo: Tira da terra um tal homem, porque não convém que viva” (At 22.22).

8.    Linchamento público: “E, havendo grande dissensão, o tribuno temendo que Paulo fosse despedaçado por eles, mandou descer a soldadesca, para que o tirassem do meio deles e o levassem para a fortaleza” (At 23.10).

9.    Prisões: “ Pelo que sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor, mas a palavra de Deus não está presa” (2 Tm 2.9)





domingo, 15 de outubro de 2017

VIVENDO SABIAMENTE NOSSOS DIAS

Por Geovani F. dos Santos



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Como pensar em seguir pela vida sem o amparo do Eterno? Como empreender alguma coisa sem contar com a ajuda e orientação do alto? Às vezes, ponho-me a pensar sobre o caminho do homem sobre a terra e a sua obstinação em não dar a devida glória ao Senhor em suas vidas. Como pode o homem, “nascido de mulher, de poucos dias sobre a terra e cheio de inquietações” (Jó 14.1), prosseguir em sua contumácia sem se importar de que um dia estará diante Daquele que tanto negou ou ignorou?  É no mínimo temerário esse comportamento, todavia, os homens recorrentemente repetem-no sem quaisquer escrúpulos, não se incomodando com a possibilidade de o juízo estar já às portas.

Temos assistido as projeções humanas e o que eles cogitam. Eis que tudo se baseia no fato de acharem que não serão alcançados pelos tentáculos da morte no decorrer da realização dos seus planos ou negócios. A presunção é um dos pecados fatais os quais precipitam os homens no abismo pelo fato de que em sua falsa-percepção e autoengano pareçam inatingíveis aos infensos da existência. “Não presumais sobre o dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia” (Provérbios 27.1). Paulo diz: Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4:6,7).


O que depreendemos destas palavras é que Deus deseja que vivamos cada dia de uma vez: sem sobressaltos, sem correrias, sem quaisquer preocupações com os ponteiros do relógio, ou seja, a vida deve ser vivida com intensidade, crendo unicamente e totalmente no seu cuidado e amor paternal.