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sábado, 5 de dezembro de 2015

OS DIAS FINAIS E OS SINAIS DOS TEMPOS

Por Geovani F.dos Santos



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Estive pensando nos últimos acontecimentos ocorridos no Brasil e no mundo. Fiquei a ponderar sobre a dinâmica destes eventos, bem com a sua simultaneidade. Dia desses, estava conversando sobre este mesmo assunto com um amado irmão. Na conversa, incluímos exatamente essa questão “escatológica” que permanece uma constante nestes dias carregados de “más notícias” e eventos trágicos. No momento em que escrevo, vêm-me à memória, como num lampejo ou insight, as categóricas palavras do apóstolo Paulo sobre os “dias trabalhosos”, os quais antecederiam a volta do Messias. Paulo declara:

“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te (2 Timóteo 3.1-5).

O apóstolo, no texto acima, não está falando dos seus dias ou da época em que viveu. Embora o mal já estivesse recrudescendo drasticamente naquele tempo, as palavras do pregador aos gentios não se dirigiam necessariamente aos seus contemporâneos. Eram palavras proféticas que tinham uma dupla diretiva , mas que seriam melhor aplicadas a uma era posterior, antes da iminente Volta do Senhor, quando o mundo passaria por um transe agudo sem precedentes em toda a história.

Os dias descritos pelo apóstolo “caem como uma luva” sobre este século em que vivemos, onde se vê um ampliado aumento de todo o tipo de malignidades e afrontas contra Deus. Não é debalde, que o escritor Norbert Lieth, em artigo, declarou que “as fronteiras de Sodoma e Gomorra já foram ultrapassadas há muito tempo. Isso implica dizer que as trevas pecaminosas em que estas cidades estavam mergulhadas, são “fichinha” se comparados aos tempos pós-modernos em que atravessamos. Os claros indícios disso são perceptíveis nas sociedades, as quais se abriram para toda sorte de abominações e iniquidades que trarão consequências destruidoras às nações, haja vista atrairão a ira do Deus Santo às suas condutas reprováveis.

Assim como no passado, os homens hodiernos permanecem em sua pertinácia contra os céus, não dando o braço a torcer e, tampouco, arrependendo-se de suas atitudes ímpias. O escritor de Provérbios assevera que os homens não aceitaram os conselhos de Deus e desprezaram a sua repreensão (Provérbios 1.30). Enquanto deveriam ser “prudentes” e “deixarem-se instruir” (Salmo 2.10), avançam em sua obstinação, ignorando o dia do acerto de contas.

O resultado da apostasia é evidente e os homens não se dão conta de que todo o desequilíbrio existente neste mundo é produto do pecado praticado e da ausência de reconhecimento da existência de um Deus real, que exige das suas criaturas um padrão de moralidade compatível com as Sagrada Escrituras. À medida que o homem se afasta de Deus e adota uma ideário de vida “libertino” destituído dos princípios judaico-cristãos, abre as portas para um viver sem limites onde não existem absolutos morais, e, portanto, tudo é permitido.

A nossa sociedade “sofisticada e independente” sorve a longos haustos do veneno da serpente, que em sua franca oposição ao Altíssimo, continua espalhando a rebelião no mundo. No entanto, sabe-se que os dias deste império sinistro estão contados e o sistema político mundial entrará em colapso total, até que seja por fim destruído pela VINDA DE NOSSO GRANDE DEUS E SALVADOR CRISTO JESUS. “Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre" (Daniel 2:44).


segunda-feira, 12 de maio de 2014

UM FUTURO DE EXPECTATIVAS

Por Geovani Santos

Os tempos revelam verdades que atordoam os homens dada a sua agudeza. As expectativas de um futuro róseo marcado pela anuência dos povos a uma cartilha de paz e de diálogo parece empalidecer ante o recrudescimento exacerbado dos discursos políticos dissonantes e obtusos. Já vimos  no passado as mesmas bandeiras serem levantadas e o fim a que conduziram. Como disse alguém em certo lugar: " O povo que não tem memória está fadado a repetir os mesmos erros".

Pelo que parece, estamos mais próximos da meia-noite do que nunca. Os discursos do momento, os acontecimentos e o quadro de descontrole social generalizado bem como a ausência de parâmetros sólidos de ética e moral, passo a passo conduzem o mundo para uma encruzilhada sinistra, uma espécie de caminho sem volta.

Esta constatação encontra eco em pensadores, historiadores, teológos e sociólogos das mais distintas correntes. Todos são unânimes em declarar que a nossa civilização está caminhando para uma espécie de barbárie coletiva.Isso é um fato inconteste. Em todo o planeta os focos da rebelião já começam a ser deflagrados e o resultado disso será um aumento significativo de toda sorte de comportamentos subversivos, levantes, desestabilidades e convulsões sociais que conduzirão o mundo a um governo inclemente e totalitário sob a égide do Anticristo.

O cenário está sendo montado de forma acelerada e os índicios apontam para um desejo global que clama por mudanças drásticas e decisivas para dar fim ao atual quadro de desarranjo por que passa as sociedades.No bojo de tais mudanças virá o estabelecimento de uma era de trevas que se tornará evidente quando a igreja for retirada da terra. O apóstolo Paulo assevera:

"Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele,Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora o retém até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira( 2 Ts 2. 1-9).

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

EVIDÊNCIAS PROFÉTICAS




As  pessoas se transformaram em cifras do famigerado mercado financeiro. Às vezes  podemos até achar isso normal, mas não é.  Trata-se de mais uma aberração antinatural e condenável  do fim dos tempos. Será que as pessoas e as nações estão empobrecendo ou o sistema financeiro controlado por uns poucos impõe tal penúria coletiva sobre os indivíduos e os entes estatais?  Parece estarmos vivendo na era da espoliação generalizada, onde uma minoria amealha o dinheiro da maioria por meio da usura. O resultado de tudo isso se vê na bancarrota creditícia dos países atolados até o pescoço e na lamentação de massas atônitas diante de um futuro cada vez mais incerto.

Enquanto alguns empobrecem, outros enriquecem às custas da miséria e do fracasso alheio. O que esperar de tudo isso a não ser mais miséria. As agências de rating rebaixam notas de nações antes promissoras e as reputam como lixo. Tudo isso leva a mais inquietação e pânico globais com a quebradeira das bolsas e falência de bancos. O tempo em que vivemos parece demonstrar que algo maior está em formação no mundo e que o caos generalizado em todos os sentidos aponta para  uma orquestração visando colocar todos os países do mundo em total subserviência. Não seria isso um dos primeiros indícios da preparação do governo do  anticristo no cenário das nações?  A Bíblia  afirma que o anticristo terá o controle total em suas mãos. Governos e economias serão subjugados para atender suas exigências de liderança mundial. Vejamos o que nos dia Apocalipse:

“E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”(Ap 13. 15-18). Estes versículos apocalípticos apontam para os dias da Grande Tribulação e para o futuro governo do anticristo. No cenário das nações tudo está sendo preparado para a sua entrada “triunfal” e os contornos políticos deste reinado de trevas já estão sendo delineados nos bastidores. Julian Snyder,  famoso jornalista americano da área econômica, declarou:

"Temos um encontro com um ditador mundial, e ele aparecerá muito em breve. Ele subirá ao poder após um colapso do sistema monetário mundial. Temos que nos render ao grande ditador mundial que aparecerá em breve porque, depois de cada colapso econômico nas nações sempre se levanta um ditador. Hitler é um exemplo; Mao tse Tung, outro. Agora, o sistema financeiro global está falindo, e um superditador há de se levantar a qualquer momento. Devemos sujeitar-nos a ele; e seu aparecimento será em breve."

O ecos do clamor por um líder global espalham-se por todo o mundo civilizado. A atual crise mundial pode ser a ponta do ice-berg ou uma das últimas peças a serem montadas no quebra-cabeças profético. Texe Marrs, um professor cristão da Universidade de Texas, afirmou que "os senhores de dinheiro declararam que o sonho de dominar o mundo só será possível se houver uma crise financeira total, um colapso financeiro". Já temos os elementos palpáveis desta profecia bíblica diante de nossos olhos e os atores já começam a ensaiar. Diante disso, convém ressaltar que o arrebatamento pode estar às portas bem como a manifestação do homem da iniqüidade. Sobre isso, Paulo Assevera:

“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” (2 Ts  2.1-12).

Preparemo-nos para o Arrebatamento!


Soli Deo Glória!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sinais Proféticos



Os sinais fragrantes do tempo do fim estão se acentuando cada vez mais de maneira significativa. O nosso mundo parece estar sendo chacoalhado pelas manifestações de uma natureza em fúria e pela ação de fenômenos sem precedentes em toda a história. Os indícios do fim de nossa civilização pecaminosa estão se aproximando e nada pode ser feito para impedí-lo. O tempo do favor divino está com os seus dias contados. Como Nínive, a inexpugnável fortaleza do império Assírio (Na 2 e 3), que foi destruída sem misericórdia pelo juízo implacável do Altíssimo, este mundo também sofrerá as conseqüências de sua impenitência e iniqüidade. Não podemos ignorar o avanço do cumprimento profético e, nem tampouco, a palavra do Senhor. O que foi profetizado acerca deste mundo terá o seu fiel cumprimento de acordo com os desígnios do altíssimo.

No presente século, época caracterizada por um avanço descomunal da ciência e do conhecimento humano sem precedentes, podemos perceber as evidências cabais do fim desta civilização mergulhada no pecado e no desprezo à lei de Deus. Por mais que um povo seja evoluído ou poderoso, não pode escapar do juízo vindouro que se avizinha e da revelação do dia do Senhor. Lembremos das palavras do profeta Isaías:“Eis que as nações são consideradas por ele como a gota de um balde e como pó miúdo das balanças; eis que ele lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Todas as nações são como nada perante ele; ele considera-as menos do que nada e como uma coisa vã” ( Is 40.15,17).

Analisemos os fatos que estão se dando concomitantemente em todo o mundo e cheguemos, portanto, a uma conclusão. Pelo Espírito podemos concluir que estamos diante dos acontecimentos que conduzirão este mundo para os derradeiros dias de sua história. Como crentes em Jesus somos alertados pela Palavra a estar de sobreaviso e inteiramente preparados para o arrebatamento do povo de Deus. O apóstolo Pedro exortou-nos nos seguintes termos: “Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” ( 2 Pe 3.14 ). Esta exortação deve fazer parte de nosso ideário de vida, tendo como fim último a consolidação de nossa fé e a nossa própria salvação.

É sumamente importante, todavia, acrescentar que o estudo das profecias e a crença de que Deus está encaixando ‘as últimas peças de seu quebra-cabeças mundial’ serve-nos como alavancas fundamentais para o nosso crescimento espiritual e, sobretudo, para o desenvolvimento de um fé centrada nas escrituras como único fundamento confiável e sólido para as nossas vidas. Reinhold Federolf em artigo publicado na revista Chamada da Meia Noite intitulado: Tempos Finais: Sinais que nunca houve, assevera: “ A profecia bíblica é como um quebra-cabeças: com muita diligência e perseverança juntamos as muitas peças até completarmos o quadro inteiro à nossa frente”.

A Bíblia nos exorta a atentarmos para a palavra profética como indicadora da ação de Deus no palco da história humana. Pedro declara: “Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la,como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração” (1 Pe 1.19). Atentar para a palavra profética é prestar atenção nos eventos que fazem parte deste mesmo cumprimento, ou seja, os fatos que atestam a veracidade das Escrituras e nos permitem compreender a realidade da profecia bíblica em nosso tempo. O profeta Daniel vaticinou que nos últimos dias haveria um interesse cada vez maior pelas profecias, o que de fato ocorre em nossa época. Vejamos: “Tu,porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim; muitos o esquadrinharão e o saber se multiplicará”(Dn12.4). Indubitavelmente, nunca se viu um interesse tão intenso pela interpretação das profecias como em nosso tempo. As palavras do profeta Daniel embora profetizadas séculos atrás, são atualíssimas. Corroborando e atestando a confiabilidade dos escritos sagrados. Reinhold Federolf sobre isso declara: “Entenderemos cada vez melhor as profecias e como elas se conectam, bem como seu cumprimento concreto”

Partindo do princípio que o Altíssimo tem o controle dos acontecimentos mundiais e dos eventos da história humana, podemos de fato descansar nas promessas imutáveis da palavra e no pleno cumprimento de todos os desígnios divinos. O apóstolo Pedro afirma: “Sabendo,primeiramente, isto: que nenhuma profecia da escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” ( 1Pe 1.20,21). A seu tempo, o Senhor fará valer a sua autoridade sobre o mundo inteiro e todo propósito humano não prevalecerá. Em Apocalipse está escrito: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos” ( Ap 11.15).


Na visão dos reinos simbolizados na estátua do sonho do rei Nabucodonosor, a pedra que rola da montanha e toca os pés da estátua esmiuçando-a, representa o reino de Cristo, que subjugará os reinos do mundo e jamais passará. Este reino será diferente de todos os reinos que já existiram, porque ele será fundamentado na justiça e no amor do Deus Eterno. Leiamos Daniel: “Mas nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” ( Dn 2.44). Que possamos louvar e engrandecer o nome do Senhor porque estaremos na nossa sorte quando ele voltar e consumar a sua promessa. “Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” ( 2Pe 3.13). Amém.