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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

PROFECIAS E PROFETAS DE FALSIDADE

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"Os pregoeiros do fim dos tempos surgem hora ou outra com as suas predições estapafúrdias e eivadas de engano. Ao longo da história não foram poucos e os seus vaticínios equivocados só lançaram mais incredulidade à fé de milhões que creram neles, bem como ofereceu munição aos escarnecedores de plantão e céticos profissionais."



                                                                                           Geovani F. dos Santos

segunda-feira, 11 de maio de 2015

O TEMPO DO FIM E AS DORES DE PARTO QUE ANTECEDEM A VINDA DO SENHOR

Por Geovani F.dos Santos 




Não poucos são os indícios que atestam estarmos vivendo os últimos dias da Dispensação da Graça Divina aos homens. Se olharmos em retrospecto, perceberemos que em outras épocas de nossa história a maldade e a iniquidade já existiam e reinavam no mundo dos homens. No entanto, o nosso tempo hodierno já superou em malignidade todos os outros séculos anteriores e tal recrudescimento é uma forte evidência de que a humanidade já está madura para o juízo. 

Sabemos que não é preciso ser tão perspicaz para compreendermos os acontecimentos ou mesmo ter uma ideia de que o atual quadro de descompasso espiritual, moral e social em que vivem as sociedades é muito mais do que um mero desequilíbrio produzido pela ação humana e, que, por isso mesmo seria passageiro. Seria uma ingenuidade ou no mínimo uma falta de senso pensar desta forma, uma vez que não poucas foram as tentativas dos governantes para debelar os problemas que afetam as nações. Todavia, esses esforços sempre se mostraram infrutuosos ante a proliferação de mais agentes desestabilizadores, os quais emergem inesperadamente das sombras causando ainda mais medo e incertezas no tocante ao futuro.

No Sermão Profético que Jesus proferiu antes de ser entregue aos principais dos sacerdotes, julgado e crucificado; o Mestre antevê profeticamente todos os desdobramentos apocalípticos os quais marcariam o seu retorno e os quais precipitariam o mundo num caos completo sem precedentes históricos. Ele alertou aos seus discípulos no passado e, também, da mesma forma, alerta aos cristãos do presente, preparando-os para todos as coisas, bem como deixando-lhes de sobreaviso a fim de que não sejam surpreendidos pelos acontecimentos que irromperiam no tempo final. Estes solenes avisos falam-nos de modo óbvio e têm como escopo estimular a vigilância completa e a perseverança dos santos ao retorno do Salvador para estabelecer o seu Reino de Justiça e paz sobre a terra.

Sobre estes dias de transe Lucas salienta, citando o sermão profético, que seriam marcados por sinais cataclísmicos e por convulsões sociais em diferentes níveis e lugares do planeta, vejamos o quadro que ele descreve:

“E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo, porquanto os poderes do céu serão abalados” (Lucas 21.26,27).

Lucas fala aqui sobre sinais cósmicos e de acontecimentos que abalarão o planeta Terra. Ele usa o vocábulo grego σημείον (semeion), que segundo o Dicionário do Novo Testamento de Strong significa um sinal pelo qual o poder divino na majestade é dado a conhecer, um evento ou ato sobrenatural, um prodígio, ou um milagre pelo qual o poder e a presença de Deus se manifestam. Esta palavra, segundo Strong, se refere também aos eventos e obras milagrosas que revelam a vinda do Messias em seu Reino (Mt 24.3,30; Mc 13.4; Lc 21.7,11,25; At2.19; Ap 12.1,3; 15.1).

O doutor Lucas ainda apresenta neste fragmento o substantivo απορία (aporia), para designar um estado de perplexidade e angústia que se apoderarão dos homens face aos eventos dos últimos dias. O vocábulo alude a condição de estar sem saída frente a algo que não se pode escapar. O outro termo que aparece no fragmento do Evangelho de Lucas é δυναμιζ (dunamis), que quer dizer poder, potência. A palavra também denota poderio bélico, o que pode indicar uma batalha entre as forças do Senhor Jesus e as hordas de Satanás nos ares que culminará na derrota do arquiinimigo de Deus, a destruição do seu império de maldade e a inauguração do Reino do Rei dos reis sobre a terra.

O expositor bíblico William Barclay declara que os dias anteriores a volta do Messias (Jesus), seria uma época de caos moral em que se reverteriam as normas morais e em que até a natureza atuaria em forma contrária a si mesma; a violência, o ódio e as guerras seriam a atmosfera comum da vida.





Esse quadro nítido de hecatombe, cataclismos, convulsões e crises nunca foram visíveis como em nossa época. Mal uma tragédia termina, logo se anuncia uma outra de dimensões épicas. Além disso, convivemos em um mundo que é comparado a um grande barril de pólvora prestes a ser deflagrado. A beligerância e a desconfiança mutua são as tônicas do momento. Só nos resta perguntar: Quem apertará o botão primeiro?


As constantes tensões mundiais envolvendo inúmeros países e a corrida armamentista perpetrada pelo Irã, Coreia do Norte e China apontam para um cenário no horizonte. Soma-se a isso tudo o avanço do ISIS ou Estado Islâmico que declarou guerra contra os “infiéis cristãos” e aposta todas as fichas numa ‘guerra santa’ contra o Ocidente afim de estender o seu califado maometano sobre todo mundo. O que não é uma notícia nada alvissareira. O doutor Billy Graham, conceituado pastor, escritor e conferencista de renome internacional escreveu as seguintes palavras em seu livro A segunda  vinda  de  cristo:

“Os antigos profetas previram uma época, lá no fim da história, em que as pessoas diriam: "Paz, paz, (...) quando não há paz." (Jeremias 6:14) Milhares de conferências de paz foram realizadas desde a Segunda Guerra Mundial e, no entanto, as manchetes continuam a destacar as guerras, a violência, a morte e multidões de refugiados. Os governos do mundo são sacudidos por assassinatos e derramamento de sangue.No entanto, há apenas alguns anos, era moda escrever ou sugerir que o mundo eslava entrando numa grande era de paz. Muitos idealistas nos diziam que a utopia entraria em cena, juntamente com todos os milagres tecnológicos do nosso tempo. O sonho é uma ilusão. Devíamos ter aprendido com a história. Sonhou-se com a paz no começo do século, mas esta aspiração foi destroçada pela Primeira Guerra Mundial. Depois da Primeira Guerra Mundial, mais do que desejada, a paz foi planejada, mas logo se viu que a Primeira Guerra Mundial não passara de uma preparação para a Segunda Guerra Mundial. Agora os sinais estão por toda a parte, mostrando que caminha febrilmente para a Terceira Guerra Mundial. A derradeira! O Armagedom!”

O que Jesus disse sobre o fim dos tempos cumpre-se aceleradamente e é inegável pensar que tais fatos não esteja relacionados entre si com todo o panorama profético traçado por Deus nas Escrituras.

O juízo divino está às portas e as dores que marcarão a transição deste estado de declínio e decomposição para um estado de glória já começaram a se manisfestar com toda a força. A expectativa cristã da Segunda Vinda de Cristo nunca foi tão decantada pelos fiéis que amam a verdade da Palavra de Deus e o anelo para que isso aconteça tem sido dia-a-dia renovado pelo Espírito Santo.

Assim como os cristãos contemporâneos, os judeus do passado e de todos os tempos nutrem uma expectativa magnífica sobre a vinda do dia do Senhor. Na literatura judaica do tempo de Cristo, este pensamento era parte integrante do ideário do povo israelita que esperava pelo cumprimento das profecias vaticinadas pelos seus profetas. Schürer, em sua obra The Jewish People in the Time of Christ II, 154, sintetiza as ideias judaicas sobre o dia do Senhor, ideias que povoavam a os escritos judaicos da época e que eram conhecidos de todos nos tempos de Jesus, vejamos:  
"O Sol e a Lua escurecerão, aparecerão espadas no céu, haverá exércitos de cavalos e soldados partirão pelas nuvens. Toda a natureza cai em uma comoção e confusão muito grandes. O Sol aparece de noite, a Lua de dia. Da madeira flui sangue, a pedra fala, e se encontra sal na água potável. Os lugares que se semearam aparecem como se não estivessem semeados, os celeiros repletos aparecerão vazios e se deterão as vertentes dos poços. Desaparecerão entre os homens todas as restrições da ordem, o pecado e a falta de temor de Deus governarão a Terra. E os homens lutarão entre si como se estivessem enlouquecidos, o amigo contra o amigo, o filho contra o pai, a filha contra a mãe. Levantar-se-á nação contra nação e à guerra se acrescentará o terremoto, o fogo e a fome que causarão a morte do homem."

Nesta literatura judaica pode-se ver claramente uma correspondência com os ensinos de Jesus no Sermão Profético que tratam sobre o “princípio das dores” e a transformação do mundo num lugar digno de ser habitado pelos filhos de Deus.


Soli Deo Gloria!

  

sexta-feira, 25 de julho de 2014

ISRAEL ESTÁ ENTRE OS POVOS

Por Geovani Santos

As nações se levantam contra Israel culpando-o pelo morticínio de civis na faixa de Gaza. No entanto, convém aqui esclarecer, que, quem usa covardemente a população palestina como escudos humanos é o grupo terrorista muçulmano Hamas. Este, sim, é o grande vilão que precisa ser destruído, caso contrário, Israel e os palestinos nunca terão paz em seus termos.

É notório que as intenções funestas do Hamas é desestabilizar Israel em todos os aspectos , como também desmoralizá-lo diante do mundo. A propaganda mentirosa que vem sendo disseminada pela mídia tendenciosa e antissemita revela uma estratégia maligna de expor o povo judeu  à censura internacional e, portanto, não poucas foram as tentativas para conseguir esse intento.

Uma vez que a mídia tem esse poderoso poder de persuasão, manipular as notícias e disseminar falácias é um ardil bastante utilizado pelos fajutos formadores de opinião, os quais se colocam ao desserviço da verdade.

Todos têm assistido o desenrolar dos últimos  acontecimentos no Oriente Médio e sabem muito bem qual foi o estopim que deflagrou toda essa ofensiva militar. Ninguém é idiota para não entender que os israelenses estão entre "cruz e a espada", ou seja, rodeados de inimigos que desejam com todo o ódio de seus corações que o Estado Judeu seja transformado em cinzas.

Desde o início de sua história recente como nação livre, o que ocorreu em 1948, Israel teve de combater de todos os flancos e com todas as suas forças a pertinácia dos árabes, incansáveis em sua "jihad" e obstinados no patrocínio do terror como instrumento político-ideológico.

Os inimigos de Israel, no entanto, embora se levantem como uma "tempestade no deserto", sempre esbarrarão  na  poderosa ação da mão do Altíssimo para dar livramento ao seu povo escolhido e, ao final de tudo, a vitória sobre os seus inimigos.

As nações da terra conquanto inflexíveis aos judeus, não podem se esquivar da verdade altissonante registrada nas Escrituras, a qual retrata o cuidado divino no tocante à preservação de Israel ao longo dos séculos. Somente um milagre poderia guardar este povo da extinção completa e, isso, de fato é uma evidência que mesmo o mais empedernido dos ateus não pode negar.

Se os "filhos de Jacó" vivem, foi porque uma mão invisível preservou-lhes de todos os percalços de sua jornada - desde os tempos imemoriais aos  dias hodiernos. Não obstante, a despeito de todas as expectativas Israel sobrevive, figurando entre as nações como o profeta Oséias deixa claro: " Israel foi devorado; agora está entre as nações e será tido como um vaso que ninguém tem prazer"( Os 8.8).

Observe que Oséias fala de uma rejeição quando diz: "vaso que ninguém tem prazer". Os judeus sempre foram perseguidos por onde passaram. Eles foram espoliados, expulsos de cidades, acusados dos mais inúmeros absurdos e até mortos. Foram espalhados pelos quatro ventos da terra e, de novo, reunidos pelo Senhor para cumprir sua soberana vontade em relação aos decendentes de Abraão.

John Hagee em sua obra "Em defesa de Israel", assevera:

" A Itália e a Espanha não foram as únicas nações européias a perseguir os judeus, ao longo da história. Durante a idade das trevas, e nos séculos que se seguiram, os judeus foram roubados, torturados, e assassinados por toda a Inglaterra, França e Alemanha"

Essas declarações de Hagee nos dão uma pequena ideia de que os judeus sempre foram perseguidos e tratados com rejeição e preconceito por muitos povos e nações. Sendo que cada um desses atores têm uma parcela de culpa pelos seus atos criminosos contra  os Hebreus. Um dia Deus irá julgar todos esses povos e conduzir Israel a seu estado de prestígio e glória aos olhos do mundo.Veja o que o profeta Isaías vaticinou:

" Mas agora, Israel, o Senhor que o criou e formou diz: "Não fiquem com medo! Eu mesmo comprei a sua liberdade. Eu o chamei pelo nome; você é meu. (...) Eu vou ajuntar seus filhos desde o Oriente até o Ocidente. Direi ao Norte: Entregue-os! E ao Sul: Não os segure! Eu trarei os meus filhos e filhas de volta a Israel, dos lugares mais distantes da terra. Todo o que é chamado pelo meu nome virá" (Is 43.1,5,6,7).

Deus prometeu o retorno de Israel  a sua terra e também prometeu a sua restauração entre os povos. O Senhor os elevará a sua verdadeira dignidade naquele grande dia. Por isso, apóie e ore por Israel e a bênção do Eterno te alcançará!

Soli Deo Gloria!

terça-feira, 31 de maio de 2011

CONSTATAÇÕES



 

Lamentavelmente, percebemos que o mundo com seus valores corruptos e dissociados do Evangelho estão influenciando a igreja hodierna. O quadro de apostasia e de abandono dos pilares fundamentais da fé cristã é perceptível em nosso tempo. O que podemos esperar de uma igreja que não tem mais a Bíblia como sua bússola? O que esperar de pastores que há muito não sofrem mais as Escrituras, antes são indiferentes as suas verdades? Com certeza não muita coisa, a não ser mais desvario.

O fato é que, como bem disse W.W.Wiersbe: "A igreja tem perdido o alto padrão de quem é Deus". Quando isso acontece, infelizmente se abre o espaço para toda uma série de comportamentos e atitudes abomináveis. Mas, é fato que todas estas coisas deveriam acontecer nos últimos dias desta Dispensação. Fomos advertidos de tudo isso pela pena inspirada dos apóstolos e pelos lábios sacrossantos de Jesus, portanto, não é de se admirar que tudo isso esteja acontecendo na atual conjuntura. O que não podemos permitir é que a profecia cumpra-se em nós para a maldição. Se sabíamos de antemão que a apostasia iria se dar em algum momento da história dos homens; e, se estamos vivendo este momento na atualidade, sejamos, pois, sóbrios e diligentes; não nos amoldando às atitudes insensatas de homens levianos que se tornaram imestráveis em seu entendimento, mas sempre tenhamos a disposição em nossos corações, pela misericórdia e graça de Deus, de repudiarmos o erro.

O conselho de Apocalipse é válido : “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.” Deus em breve irá trazer a juízo toda má obra dos homens. Nenhum de nós poderá escapar do escrutínio divino. Pelas Escrituras somos exortados a permanecer na verdade do Evangelho e fundamentados na doutrina apostólica afim de não sermos influenciados pela “operação do erro” ( 2 Ts 2.11), que com toda certeza já se desenvolve no mundo.

Observe que acerca disso, Paulo declara claramente em sua epístola que alguns indivíduos serão julgados pelo Senhor por  haverem se deleitado com a injustiça. Paulo reitera que tais indivíduos não deram crédito à verdade, por este motivo foram enredados pela mentira. Vejamos: “E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” ( 2 Ts  2.11,12).

Na atual conjuntura percebe-se que muitos já se encontram contados entre aqueles que “dão crédito à mentira” e “deleitam-se na injustiça”. Muitos dos quais, pessoas que se dizem crentes em Cristo Jesus. Mas, como conceber a idéia de que um crente possa tomar tal caminho de apostasia? Basta olhar para os nossos dias e se perceberá que isso está em andamento em muitas igrejas e movimentos ditos evangélicos que toleram toda sorte de aberrações. Nestas igrejas não se prega mais a cruz, todavia um evangelho de contingências meramente humanas. Um evangelho ao gosto do freguês, que evita ferir suscetibilidades  e confrontar qualquer que seja com a verdade bíblica. Um evangelho sem poder e sem unção do alto. Plenamente antropocêntrico e apóstata.

Está é a igreja tolerante, como a Igreja de Tiatira( Ap 2.18-29),  que seduzia os servos do Senhor à prostituição e  a comer das coisas sacrificadas aos ídolos; e cujo discurso mundano já fede como um cadáver em putrefação avançada perante os céus. Tal igreja não subsistirá caso não se arrependa de seu caminho de desvio. O arrependimento é o único caminho possível para se escapar deste círculo vicioso de destruição e decadência espiritual. Caso persistam, nada há mais a se fazer.

Pedro declara “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?” ( 1 Pe 4.17). Pensemos bem nestas palavras e ponderemos detidamente sobre as mesmas. Não podemos de maneira alguma, face à santidade do Altíssimo  permanecer indiferentes brincando com o pecado. O juízo divino será implacável, inclusive sobre nós, se não vivermos segundo a Palavra. Condescender com o pecado é como se o estivéssemos praticando ou desejosos de praticá-lo. Sobre isso, Paulo assevera: “Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem” ( Rm 1.32).  Paulo está falando sobre vários comportamentos ímpios, entre eles, o homossexualismo. Se alguém quer ser contencioso quanto a esta palavra que o seja. Mas o que está escrito é imutável. Os que insistirem em seu caminho obstinado de iniqüidade e não se dobrarem ao peso desta evidência bíblica, perecerão.