Um Blog que aborda questões teológicas, filosóficas e políticas do Brasil e do mundo.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Cálida Manhã
Manhã de cálidas lembranças no horizonte
Se esvai em sonho como em mil e uma canduras
Pelas portas do mar me lanço qual Ulisses em sua Odisséia
A perseguir passáros, lampejos e nebulosas
É manhã austral em minha primavera
Dos sonhos bebi em copos colossais
O néctar das auroras ainda imperceptíveis
Ao mar novamente me lanço
Qual cavaleiro andante pela vida...
Não, senhores, não temo os moinhos
Tampouco dos ventos os pendores
Gigantes se tornam anões
Quando se está nos ombros do Altissímo!
por Geovani F.dos Santos ( 10/02/2012)
APNÉIA DO SONO E A UVULOPALATOFARINGOPLASTIA
Quarenta e cinco por cento da população de adultos normais roncam pelo menos, ocasionalmente e 25% por cento são roncadores habituais. O ronco patológico é mais freqüente em homens e pessoas com sobrepeso ou obesas, e geralmente piora com a idade.
O que causa o ronco?
O som do ronco ocorre quando existe uma obstrução no fluxo livre de ar pela passagem na parte de trás da boca e do nariz. Esta região é a região que pode colapsar da via aérea onde a língua e a parte superior da garganta se encontra com o palato mole e úvula.
O ronco ocorre quando estas estruturas se chocam uma contra as outras e vibram durante a respiração.
As pessoas que roncam podem sofrer de:
Diminuição do tono muscular na língua e na garganta: quando os músculos estão muito relaxados, tanto pelo álcool ou por uso de medicações que causam sonolência, a língua cai para trás na via aérea u os músculos da garganta caem para dentro dos lados na via aérea. Isto ocorre durante o sono.
Volume excessivo dos tecidos da garganta: Crianças com amígdalas ou adenóides volumosas freqüentemente roncam.
Pessoas com sobrepeso ou obesas também possuem aumento do volume dos tecidos do pescoço . De maneira mais rara tumores ou cistos também podem causar aumento do volume dos tecidos da garganta.
Palato mole ou úvula alongada: Um palato mole longo diminui a abertura do nariz para a garganta. Quando estes tecidos balançam (por estarem pendentes) funcionam como uma válvula durante a respiração relaxada. Uma úvula longa piora este aspecto ainda mais.
Obstrução Nasal: Um nariz congestionado ou trancado requer um esforço extra para a passagem do ar. Isto cria um vácuo exagerado na garganta, e puxa os tecidos moles um de encontro ao outro, funcionam como uma válvula causando o ronco. Desta maneira o ronco ocorre apenas durante a primavera (fatores alérgicos) ou nos períodos de gripe ou sinusites. Deformidades nasais ou do septo nasal, tais como desvios de septo podem da mesma maneira causar obstrução.
O que é a Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS)?
Quando um ronco forte é interrompido por episódios freqüentes de paradas da respiração, isto é conhecido como apnéia obstrutiva do sono. Episódios mais sérios duram cerca de 10 segundos cada e ocorrem mais de 7 vezes por hora. Pacientes com Síndrome da Apnéia Obstrutiva podem sofrem 30 a 300 eventos de apnéia por noite. Estes episódios podem reduzir os níveis sanguíneos de oxigênio, levando o coração a bater mais forte.
O efeito imediato da apnéia do sono é que o roncador deve dormir superficialmente e manter os músculos contraídos de maneira que mantenha a via aérea livre até os pulmões. Porque o roncador não possui um bom sono, ele pode ficar sonolento durante o dia, o que pode comprometer o rendimento no trabalho e ser um perigo quando o roncador sonolento dirige ou opera um equipamento que exija atenção. Após muitos anos com esta desordem, pressão elevada e aumento de doenças cardiovasculares podem ocorrer.
Um otorrinolaringologista irá proporcionar uma avaliação do nariz, boca, garganta, palato e pescoço. Um estudo do sono em um ambiente adequado é necessário para determinar qual a intensidade do ronco e a relação na saúde do roncador.
Como é realizada a cirurgia?
Úvulopalatofaringoplastia (UPFP) é a cirurgia para o tratamento da apnéia obstrutiva do sono. Visa a retirar tecidos moles que vibram no palato e na garganta, e aumenta a passagem de ar. Ela é realizada através da boca sem realizar incisões na pele.
Quais são as complicações possíveis?
Febre e dor – Febre e dores de garganta ou dor no ouvido ocorrem normalmente e não devem ser causa de inquietação, pois geralmente cedem entre 3 e 10 dias.
Mau-hálito – É comum ocorrer, e cede entre 7 e 14 dias.
Vômitos – Podem ocorrer algumas vezes, no dia da cirurgia, constituídos de sangue, mas sem significado de gravidade.
Hemorragia – Representa o maior risco desta cirurgia, podendo ocorrer até 10 dias após a mesma, sendo mais freqüente em pequeno volume e, mais raramente, em maior volume, podendo levar até a necessidade de nova cirurgia com anestesia geral e transfusão sanguínea.
Infecção – Pode ocorrer na região operada, causada por germes normais da faringe e, geralmente, regride sem antibióticos.
Voz anasalada (fanhosa) e refluxo de líquidos – Podem ocorrer nos primeiros dias desaparecendo sozinhos.
Quais são os cuidados no pós-operatório?
Após a operação, aparecem no local da cirurgia placas brancas (fibrina). Essas placas não são sinais de infecção, e sim a evolução normal da cicatrização da mucosa da faringe. Deve-se tomar cuidado com essas placas para que elas não se desprendam bruscamente para evitar sangramento. Por isso, é conveniente:
Repouso relativo após a cirurgia, evitando os exercícios bruscos.
Evitar manobras na boca que podem levar a desprendimentos das placas (higiene dental posterior, bochechos vigorosos).
Há medicamentos com a aspirina que interfere com a coagulação, procurar evitá-los antes e após a cirurgia.
Dieta (alimentação) após a cirurgia:
1º dia: somente líquidos, ao natural ou gelado (leite, chá, sorvete, caldos, sucos de frutas não-ácidas).
2º e 3º dias: líquidos e alimentos pastosos: frio ou natural (chá, café, mingaus ralos, caldos, leite, suco de frutas, gemadas, etc).
4º, 5º e 6º dias: líquidos e alimentos pastosos: sopa de massa fina, mingaus, arroz mole com caldo de feijão, purê de batata, canja de galinha). Evite comer pão torrado ou outro alimento capaz de ferir a garganta. Retornar ao pouco a alimentação costumeira na medida do possível.
Fonte: www.clinicaotoface.com.br
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Depois da Uvulopalatofaringoplastia, a dor!
Na última sexta-feira submeti-me a uma cirurgia na garganta chamada pelos médicos de "uvulopalatofaringoplastia e também a uma correção no septo nasal (Septoplastia). O pós-operatório foi muito doloroso. Sentia fortes dores na garganta, tinha sangramentos pela boca e o sangue não parava de jorrar do meu nariz. Sentia-me impotente ali naquele leito, incapaz de comer seja que fosse uma única golada de sopa pastosa que me era servida. Embora tivesse fome, era um grande desafio fazê-lo. Como resultado deste fastio forçado, fiquei internado três dias no hospital Santa Isabel, em Cabo Frio.
Como nada comia, fiquei muito fraco. Obrigando o médico a deixar-me mais tempo internado do que o comum. Nessas cirurgias, segundo o cirurgião que me operou, Dr André Defaveri, é comum que a pessoa opere, mas tenha logo alta no dia seguinte. No meu caso, como estava fraco demais por não alimentar-me e não conseguir beber liquido, foi necessária uma maior permanência no hospital. Quanto ao mais, apesar da dor, tudo vai bem!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
MALAFAIA E AS PALAVRAS AO VENTO
Os pastores que não adotam a famigerada teologia da prosperidade foram chamados de “idiotas” por um tal teleevangelista exaltado que todos nós já conhecemos por seus discursos inflamados na mídia. A questão não é se os pastores são ou não idiotas, mas se eles merecem tal alcunha por terem discordado deste infame ramo da “teologia”. Mas, o que é ser idiota mesmo? O Dicionário Web dá a seguinte definição para este verbete. Vejamos:
Diz-se de, ou indivíduo estúpido, falto de
inteligência, de bom senso;
Diz-se de, ou pessoa retardada, cuja idade
mental não passa de três anos (Q.I. inferior a 20). (Sin.: débil mental);
Adj. Que denota estupidez: riso idiota;
Já percebeu que tal palavra não é em nada delicada em sua definição, não
é? Todavia, foi desta maneira que o Silas Malafaia, que também é pastor, se
referiu aos seus pares. Seria trágico se não fosse cômico, mas foi isso mesmo.
Recentemente, ele disparou contra a jornalista e escritora ateia Eliane Brum,
chamando-a de “vagabunda”, ao comentar o artigo
que ela escreveu para época contando não ser fácil a vida de ateus em um Brasil
cada vez mais marcado pela intolerância evangélica. Em outro
episódio, envolvendo a Câmara de Vereadores de São Luís (MA), Malafaia chamou
um pedetista de “moleque”, “vagabundo” e “bandido”, além de ter tachado a Câmara
de “poleiro” e os vereadores de “bocós” (abestados). O presidente da
casa, Isaías Pereirinha (PSL), também criticou Malafaia por ter insultado e
desrespeitado o poder legislativo municipal. Silas Malafaia agora é ‘persona non grata’ em São Luís.
O que questiono aqui são as atitudes do pastor e as suas palavras
intempestivas, ditas de forma precipitada no calor das discussões. Como homem
público que é, e ainda por ser líder cristão, deveria se portar com mais
temperança, não dando margens aos não crentes para criticar o evangelho por seu
mau testemunho. O que seria ainda mais prejudicial.
Devemos analisar a seguinte coisa com bom senso. Quando um pastor se excede, como ele está se excedendo, está de certa forma
contrariando as Escrituras. Em 2 Timóteo 2.24,25 está escrito: “E ao servo do
senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para
ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem”.
Outra coisa também deve ser considerada. toda
palavra frívola dita pelos homens será cobrada naquele dia. Jesus disse: “digo-vos que de toda palavra frívola
que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque, pelas tuas
palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado” (mt
12:36-37).Portanto, devemos pesar tudo aquilo
que falamos sempre levando em conta o crivo das sagradas escrituras, nossa
regra de fé e prática.
Quanto às palavras carregadas de ira, insulto, ou invectivas contra
alguém, Jesus é categórico. Em Mateus 5:21-26, ele deixa claro:
“Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará
sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que (sem
motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento;
e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento
do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de
fogo. Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu
irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai
primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta.
Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a
caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de
justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali,
enquanto não pagares o último centavo.”
Sobre este texto, temos o seguinte comentário de John Stott :
“Jesus nos adverte contra o chamar a nosso irmão de raca
(provavelmente o equivalente à palavra aramaica que significa “oco”) ou
more (a palavra grega para “tolo”). Parece que “raca” é um insulto à
inteligência da pessoa, dizendo que ela é “cabeça-oca”, e os comentaristas
rivalizam-se entre si, propondo paralelos, tais como “pateta”,
“estúpido”, “parvo” ou “cabeça-dura”.” Seja como for, as palavras
proferidas aos pastores estão enquadradas neste contexto e, portanto, devem ser
repensadas pelo Pastor Silas. Um pedido de perdão seria o mais correto segundo
a Bíblia.
Soli Deo Gloria!
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
ESCOLHAS PERFEITAS
Nas trevas deste tempo final a escolha certa é fundamental
para definir nossa trajetória cristã, bem como o nosso êxito ou fracasso por
toda a eternidade. Se escolhermos bem, seremos bem-aventurados. Se escolhermos
mal, estaremos fadados às eternas desventuras de nossa escolha precipitada. Portanto,
escolher bem é imprescindível para se galgar vitórias na fé e um dia entrar nos
céus. A Bíblia nos mostra que algumas pessoas fizeram escolhas certas ao passo
que outras fizeram escolhas erradas pagando um alto preço por tais escolhas. Vejamos algumas boas escolhas:
“E Abel também trouxe dos primogênitos das
suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta.” ( Gn 4.4).
Nesta passagem percebemos que a disposição
do coração de Abel era benigna. Ele queria em tudo agradar ao Senhor e lhe dar
melhor que possuía. Tal escolha lhe rendeu a aceitação divina ao passo que
suscitou o ciúme diabólico de seu irmão Caim. Deus está sempre atento para nossas ofertas existenciais,
para as nossas aspirações em servi-lo, para os nossos comprometimentos com a
sua obra; e sempre recompensará sobremaneira os que com denodo se entregarem de
corpo e alma em cumpri-la sem reservas. Não importa o quanto isso nos custará, desde
que nós mesmos entendamos que o melhor é estarmos no centro da vontade divina, e
nada mais.
Pelo seu gesto e por sua postura ilibada
para com Deus, o nome de Abel permanece com a designação “justo” no panteão dos heróis
da fé. A sua memória é relembrada nas páginas das Sagradas Escrituras como
exemplo de fé a ser imitado:
“Pela
fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do
que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho
dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala” (Hb 11.4).
Numa época de abandono dos valores sagrados
e profunda descrença, os que adotam o estilo de vida de Abel não medirão esforços para fazer a diferença em um
mundo de trevas e engano. Como luzeiros
sempre brilhantes, espargirão a luz bendita de seu testemunho altissonante a
tantos quantos estiverem ao seu redor. Porque na verdade isso é o seu quinhão,
a sua herança no mundo: ser transmissor da luz da justiça divina através da
própria vida e testemunho. Que nos inspiremos no modelo Abel e tenhamos o
testemunho dos céus ao nosso favor buscando sempre o reino de Deus e a sua
Justiça ( Mt 6.33).
A escolha de Abraão em deixar sua terra
natal e palmilhar em terra estranha sob o comando de Deus foi sem dúvida extraordinária.
Leiamos Gênesis:
“ORA, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da
tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e
engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E
abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti
serão benditas todas as famílias da terra. Assim
partiu Abrão como o Senhor lhe tinha dito” (Gn 12.1-4).
Abraão representa os crentes que andam por
fé. Esta é uma característica notável do patriarca. Em primeiro lugar ele ouve
a voz de Deus lhe fazendo promessas de uma terra que ele não conhecia e de um
povo que descenderia de sua semente. Tão numeroso como as estrelas do céu e tão
incontável como as areias da praia do mar. Tal prerrogativa poderia parecer
inverossímil para qualquer um de nós, mas não para Abraão. Ele creu
incondicionalmente no Senhor e isso lhe imputado por justiça. Sua escolha teve
repercussões que transcenderam os séculos e própria história dos homens sobre a
terra. A Bíblia diz:
“Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça” ( Rm 4.3).
“Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça” (
Gl 3.6).
“E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus” (Tg
2.23).
Que as nossas escolhas sejam tão sábias
como as escolhas feitas pelo pai da fé. Que atenhamo-nos incondicionalmente a
todas as promessas Deus em sua Palavra. Desenvolvamos a capacidade espiritual
de ouvir em silêncio a voz do Eterno e,
ouvindo-a, possamos colocá-la por obra em nossa vida. Assim como Deus tratou com
Abraão em todos os detalhes, não duvides que ele possa também fazer contigo.
Deus é fiel e a sua benignidade dura para sempre! ( Sl 118.29).
Um outro exemplo de escolha notável é a de
Moisés. Mesmo podendo optar em permanecer como um príncipe egípcio adotivo
cheio de regalias e faustos mundanos, optou por um caminho completamente
oposto. Vejamos o que a Bíblia diz:
“Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado
filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o
povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado” (Hb 11.24,25).
O que isso demonstra para mim e para todo o
crente? Que as alegrias e as vantagens deste mundo, conquanto prazerosas em sua
aparência e usufruto são transitórias e fugazes em sua essência. De que
adiantaria ter toda glória e pompas egípcias e viver afastado de Deus e de sua
herança para sempre. Aparentemente o mundo nos propõe vantagens semelhantes. Por
esta razão, precisamos de discernimento e bom siso para rejeitarmos aquilo que
não agrada a Deus, sendo coerentes com o nosso chamado e vocação. Satanás
pode usar o mundo como um chamariz para a ruína de um crente. As suas ofertas mirabolantes à semelhança das feitas a Jesus no deserto da Judéia continuam bem tentadoras. Não
poucos tem sucumbido a tais apelos sedutores. O “tudo isso te darei” (Mt 4.9) do
Diabo, pode até soar como música em muitos ouvidos, mas é tão letal para a alma
do que o veneno de uma víbora áspide é para o corpo. Sejamos precavidos, nunca
ignorando os ardis do inimigo (2Co 2.11).
Moisés venceu a tentação sendo obediente ao
seu chamado e fiel ao desígnio para o qual foi escolhido, o qual estava
arraigado em seu coração desde criança por influência de seus pais hebreus. O
desabrochar da vontade de servir ao chamado divino foi apenas uma questão de
tempo. A escolha já estava talhada em seu espírito. Será que está escolha já foi talhada em nosso íntimo ou
ainda coxeamos em dois pensamentos? Decidamos-nos o quanto antes, eis que o
machado está à raiz das árvores! (Mt 3.10).
Soli Deo Gloria!
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