Por Geovani F. dos Santos
Um Blog que aborda questões teológicas, filosóficas e políticas do Brasil e do mundo.
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
CONHECIDO PELOS FRUTOS
sábado, 31 de maio de 2014
GUARDANDO O CORAÇÃO
Por Geovani Santos
O coração é a sede das emoções e representa o homem integral e o seu caráter. O próprio Senhor Jesus deixou claro isso quando declarou que do coração dos homens emergem toda sorte de maus desígnios. "Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, fornicação, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
São estas coisas que contaminam o homem( Mt 15.19,20).
Em provérbios encontramos uma séria advertência sobre o guardar as ações do coração. Vejamos:
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida" ( Pv 4:23).
Charles Swindoll em sua obra "Vivendo Provérbios" assevera:
" Nos textos de Salomão, coração raramente se refere ao órgão físico". [...] "Coração se refere ao nosso ser interior, a sede de nossa consciência, o nosso núcleo de tomada de decisões, o centro de nossa mente, nossas emoções e nossa vontade".
Partindo desta premissa racional e bíblica devemos antes de mais nada, entender que precisamos num sentido figurado "pôr guardas" às portas do nosso coração para evitar que o mesmo se torne vil e propenso às fatuidades do mundo com todos os seus apelos hipnóticos os quais conduzem os homens à ruína.
O segredo do êxito na vida espiritual e cotidiana está em disciplinar nossos pendores, caso contrário todos os nossos esforços no afã de crescer espiritualmente serão baldados. Para tanto, precisamos focalizar a necessidade de termos ética em nosso caráter que é um dos distintivos morais do cristão.
Citando Stephen Covey, José Gonçalves em sua obra " Sábios Conselhos Para Um Viver Vitorioso" nos ensina:
" A literatura antiga era focalizada: " no que se poderia chamar de Ética do Caráter, considerada a base do sucesso. - cousas como a integridade, humildade, fidelidade, persistência, coragem, justiça, paciência, diligência, modéstia e a regra de ouro( fazer aos outros o que desejamos que nos façam)".
Um coração indomado não se inclinará a tal busca. Somente quando o submetemos a Deus e ao seu Espírito é que podemos alcançar tais dádivas abencoadoras na vida cristã.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 23 de abril de 2013
ORAÇÃO, UMA ADMOESTAÇÃO BIBLICA
Por Geovani F. dos santos
Jesus sofreu todas as contradições dos homens
para que nós não desvanecêssemos em nossos ânimos lutando contra o pecado ( Hb
12.3). A Bíblia diz que Ele em tudo foi tentado,
mais sem pecado (Hb4.15). Portanto, podemos nos achegar a Ele sabendo que é
perfeitamente capaz de suprir todas as nossas necessidades em glória. Uma vez
que o próprio Cristo sofreu na carne todas as agruras e sofrimentos humanos, temos
total liberdade de nos aproximarmos dele com a certeza de que ele nos
compreende muito bem. Na verdade, as Escrituras nos incentivam a fazermos
conhecidas diante de Deus todas as nossas situações, por mais difíceis que pareçam
ser. Devemos seguir a admoestação bíblica e continuarmos a dobrar os nossos
joelhos no afã de sermos ouvidos pelo Senhor em tempo oportuno. Aqueles que
confiam no Deus da Bíblia jamais serão frustrados em sua esperança, porque Deus
é fiel.
Jesus sempre incentivou os seus discípulos à
pratica da oração. Por inúmeras vezes Jesus se retirava para lugares desertos e
ali orava ao Pai em secreto. No sermão do monte Jesus falou sobre a importância
da oração deixando-nos como exemplo a oração modelo e a regra áurea:
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém” ( Mt 6.9.13).“E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á” (Lc 11.9-10).
Estes textos revelam a importância da oração
na vida do crente, portanto, negligenciá-la é andar na contra mão do ensino apostólico.
Jesus viveu em constante oração e morreu orando ao Pai rendendo o espírito ( Lc
23.46). A igreja só poderá vencer as densas trevas deste tempo se estiver em
oração. É sumamente importante mantermos intenso contato com o pai celestial.
Certo escritor escreveu que este mundo está tão contaminado pelo pecado que
devemos pela oração repirar da atmosfera celestial. Uma vez que se aproxima a
volta do Senhor, precisamos redobrar o nosso ânimo e vigilância em oração para
que não sejamos pegos desprevenidos ante o ressoar da trombeta. Deus nos chama
para oramos nesta ultima hora, e devemos orar com toda a instância e perseverança, sabendo
que os dias se abreviam e existem muitas vidas que carecem da salvação. A
oração abre portas extraordinárias e possibilita intervenções poderosas do
Senhor no universo humano.
Que possamos seguir as admoestações apostólicas
que nos chamam altissonantemente a uma vida de súplica diante do Senhor. Que o
legado de Jesus seja o nosso paradigma existencial e o nosso único ideário de
fé digna de imitada pelos santos. Que as palavras do apóstolo Paulo ressoem em
nossos ouvidos e corações nos conclamando: “orai
sem cessar” ( 1 Ts 5.17).
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
PREGAÇÃO DA PALAVRA
Por Geovani F. dos Santos
No dia 17/ 01/2013, tive a honra de pregar na Assembleia de Deus, Ministério Alfa e Ômega, situada no bairro Jacaré em Cabo Frio, RJ. Na ocasião, ministrei em Romanos 6. 11-13, versando sobre a necessidade de, como diz Paulo, considerarmo-nos mortos para o pecado, mas vivos em Deus por Cristo Jesus, nosso Senhor.
No dia 17/ 01/2013, tive a honra de pregar na Assembleia de Deus, Ministério Alfa e Ômega, situada no bairro Jacaré em Cabo Frio, RJ. Na ocasião, ministrei em Romanos 6. 11-13, versando sobre a necessidade de, como diz Paulo, considerarmo-nos mortos para o pecado, mas vivos em Deus por Cristo Jesus, nosso Senhor.

O apóstolo, neste contexto, admoesta sobre a necessidade de apresentarmos nossos membros para a prática da justiça e não da injustiça. Uma vez mortos para o pecado, precisamos produzir frutos compatíveis com esta nova dinâmica de vida. O crente é liberto para viver em novidade cotidiana, regado pelas indizíveis bênçãos celestiais e adubado pelo vigor salutar da Palavra.
O pecado não pode exercer mais o seu poder controlador e destruidor sobre nós, por que uma vez estando sobre a graça e mortos para ele, temos sua letalidade anulada pelo poder do sacrifício de Cristo no Calvário. Deixamos, pois, de ser escravos para viver na plenitude da liberdade com que Cristo nos libertou. Somos livres na maior acepção da Palavra. Livres para servir como dispenseiros e mordomos fiéis em favor do seu reino.
Discorri também, na oportunidade concedida, sobre a persistência cristã em se perseguir uma vida de santidade como requisito maior para o sucesso do crente na vida espiritual e, também, como única salvaguarda contra as influências do mundo, da carne e do Diabo. Na Carta aos Hebreus está escrito que 'sem santidade ninguém verá o Senhor.' Portanto, não sejamos negligentes ou relapsos no tocante à santificação, mas diligentes e conscienciosos para não sermos condenados com mundo.
O crente não pode exibir caráter ambíguo ou ambivalência comportamental, inconsistências morais ou pendores lascivos, inclinações luxuriosas ou associações duvidosas. O seu viver precisa ser marcado pela compostura, disciplina e renúncia, características marcantes de um verdadeiro atleta cristão. Paulo reforça o argumento dizendo : "Não sabeis vós que os que correm nos estádios só um leva o prêmio? Correi de tal forma que alcanceis. Eles correm por uma coroa corruptível; mas nós, porém, por uma incorruptível ( I Co 19.24,25).
Mais uma vez fica claro que incoerências no que respeita ao caráter santo de um cristão e ambiguidades de conduta ou como nas palavras de Elias, "um coxear de pensamento"( 1 Rs 18.21) em si só, já revelam muito o que há no coração.
Soli Deo Gloria!
sábado, 22 de setembro de 2012
PRELÚDIOS
Eis-nos aqui nesta nau que singra mares encapelados. Digo encapelados porque tenho a clara a constatação que as vagas estão ficando cada dia mais fortes. Será um prenúncio do arrebatamento? De qualquer forma, sustentemos firme o timão e não abramos mão de nossa bússola: a Bíblia. Ela, sim, nos mostrará o porto seguro neste mar indomável de monstros e mistérios; de dores e naufrágios; de tormentas e bonanças que se nos acometem.
Já vemos ao longe o rútilo do fanal maior a guiar-nos à pátria. Onde sons benfazejos e cânticos alvissareiros já ouvimos se erguer. Utopia? Quimera? Não! Verdade eterna que embala nossa alma e nos faz sentir saudades do céu. Quem me dera já estar lá envolvido em fulgor! Enquanto aquém suspiramos anelantes, "raios últimos do sol despontam já na dourada porta de Sião" diz o sacro hino da harpa. Donde mil alvores estonteiam os olhos e aparvalham a mente num riso de gozos incontidos. Oh! Sorte dos santos,que nós a tenhamos!
Bendito aquele que cruzar os umbrais de Sião e divisar em amor o rosto do mestre. Aquele mesmo olhar mansueto e terno que se viu na Judeia a espargir o brilho de uma esperança imorredoira que ficaria arraigada nos corações de pobres pescadores até o fim. Aquele mesmo candor de luz que emanaria salvação aos confins da terra e descortinaria as rotas da eternidade a nós, reles mortais e pecadores miseráveis.
Isaías declara que Ele veria o resultado de seu trabalho e se regozijaria. Sua olhar presciente e profético antevia as multidões de remidos libertos do pecado pela obra da cruz. Os povos resgatados de todos os quadrantes e rincões esquecidos do mundo pelo seu sacrifício inaudito. Este mesmo sacrifício que nos redimiu e nos fez dignos pela graça de sermos contados entre suas miríades.
Pobres coitados aqueles que negam tais verdades e que se deixam levar pelos silvos da serpente. Coitado de Gondin e dos teólogos revisionistas e liberais que temerariamente achacam o Livro Santo. Coitados dos heresiarcas, dos embusteiros, dos pseudomestres e outros rábulas da fé alheia. Todos se revolverão em seu monturo acossados por uma consciência que os carcomerá com um verme por toda a eternidade. Que Deus tenha misericórdia de suas almas!!!
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
DEUS SABE
“Eu sei quantas coisas boas você está fazendo” (Ap 2.2a). “Deus
conhece cada esforço envidado pelos seus servos no afã de fazer a sua obra. Todo
árduo trabalho ou sofrimentos em prol do Reino terão avultado galardão( Pv11.
18; 12.14; I Co 3.14-15; Ap 22.12). Paulo declara que o trabalho cristão jamais
será em vão no Senhor (I Co 15.58). A seu tempo, os laboriosos servos que
militarem legitimamente na seara do
Mestre receberão os seus louros ( Is 40.10;62.11;Jr31.16;Jo4.36; I Co
3.14; Co 3.24; 2Jo 1.8; Ap 22.12).
A igreja de Cristo na terra não apenas leva a
missão de pregar o Evangelho ao mundo (Mc 16.15), como também deve levar o seu
testemunho(Mt13. 9; At 14.3; 20.24; 26.22; I Co 2.1; 2 Ts 1.10; 2 Tm1.8; I jo
5.10) e o seu vitupério ( Hb 11.26;13.13). Cristo nos chama para encarnarmos o
seu modelo de servo sofredor e o seu exemplo de desapego aos padrões do mundo.
Servir a Deus exige acima de tudo renuncia e abnegação. O Mestre nos conclama a
negarmos a nós mesmos, carregar a nossa cruz e segui-lo(Mc 8.34; Lc 9.23). Ele
mesmo deixou bem claro que aquele que
lança mão do arado para trás não pode olhar( Lc 9.26). O caminho é para frente, para o alvo da soberana vocação em
Cristo Jesus(Fp 3.14). Devemos, portanto, abandonar todos os andrajos, rudimentos
e ranços da velha vida para agradar ao Senhor que nos chamou( Gl 4.3-9; Cl 2.8;
Hb 6.1).
Paulo declara que os que militam não devem se
embaraçar com os negócios desta vida (2 Tm 2.4,5). Qualquer comprometimento
escuso ou transigência com o atual sistema constitui-se alta traição. A Bíblia
é clara, não devemos amar o mundo (I Jo 2.15). Tal envolvimento é em si mesmo
perigoso e danoso para com a comunhão e o serviço cristão.
Mais uma vez as palavras de Paulo fazem eco ao
asseverar que não podemos nos conformar com este século( Rm 12.2). Àqueles que
desejam entrar no Reino devem ser antagônicos aos valores vigentes que estão em
franca oposição ao Evangelho. Quem serve ao Senhor anda na contramão destes
valores e repudiará quaisquer tentativas de se ter a aceitação do mundo ou de
se tê-lo como referencial.
Tiago afirma que a amizade do mundo é inimizade
contra Deus( Tg 4.4). Não podemos servir a dois senhores, Jesus deixou categoricamente
exposto tal realidade em seu discurso terreno (Mt 6.24). Se desejarmos servi-lo
com inteireza de propósito e denodo, sejamos, pois, obedientes às admoestações
divinas ainda que isso gere perseguição e martírio. Perfilamos ao lado de Pedro
quando diz: “Mais importa obedecer a
Deus e não aos homens” ( At 5.29).
Lembremos-nos sempre de uma coisa: para exercermos
a obra de Deus teremos sempre ajuda do Espírito santo. Para tanto, Deus
concedeu dons espirituais e talentos a sua igreja, que para exercer de forma
correta tais carismas, deve atentar para as instruções bíblicas concernente à
vida de santidade e a observância dos princípios bíblicos e exposições
apostólicas. Tendo estes alvos delimitados sob a estrita dependência do
Espírito Santo, inicia-se a tarefa de plantar sementes no solo dos corações dos
homens. Este desafio exige constate oração e empenho por parte dos envolvidos.
sábado, 14 de janeiro de 2012
OLHARES ESPIRITUAIS
Se olharmos o mundo com olhares espirituais perceberemos estupefatos que estamos em adiantado processo de apostasia dos padrões bíblicos de conduta e moralidade estabelecidos por Deus. Por todo o lado, percebe-se os gérmens da malignidade e da rebelião disseminarem-se sem controle, contaminando todo o tecido social e, sutilmente, adentrando pelas portas de muitas igrejas ditas cristãs. O que antes era rechaçado, na atualidade é tolerado, consentido e até mesmo praticado pela cristandade corrompida de nosso tempo. Então, onde vamos parar com tudo isso?
Tudo isso tem um certo sentido de ser. Se atentarmos para a Palavra constataremos que a mesma nos adverte que no últimos dias da Igreja na terra seríamos assolados por uma avalanche de mundanismo e rebelião sem precedentes em toda a história. Nesses dias, nos declara as Escrituras, os homens teriam comichão nos ouvidos e não mais suportariam a sã Doutrina do Evangelho. Paulo, escrevendo a Timóteo, assevera:
"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas" (2 Tm 4.3,4).
Assistimos o sorrateiro espetáculo da preparação do palco para a entrada do grande "Mefistoféles" satânico para tomar a égide do mundo ímpio e conduzi-lo à Grande Tribulação. Os sinais mais do que adiantados, se mostram como evidências plenas de que os dias mais sombrios da terra estão para serem inaugurados e a Igreja arrebatada pelo seu Senhor.
Deveríamos em face desse acontecimento nos revestirmos de santo temor e tremor, procurando viver cada instante na expectativa magnífica deste dia memorável aguardado pelos santos ao longo dos séculos. Sem jamais ceder, em momento algum, aos ímpetos deste mundo e as suas seduções traiçoeiras. Mas, procurando a cada dia entender qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas enquanto peregrinamos aqui. Sobre isso, em Romanos, Paulo declara:
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