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terça-feira, 2 de agosto de 2016

OS 144.000 JUDEUS SELADOS DURANTE A TRIBULAÇÃO


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Pergunta: Onde está escrito que 144.000 judeus pregarão o Evangelho durante o período da Tribulação?

Resposta: A pregação do Evangelho durante a Tribulação pelos 144.000 judeus, convertidos, do sexo masculino, está implícita em apocalipse 7, uma vez que eles são chamados de “servos” (Ap 7.3). Nos versículos seguintes, são mostrados seus aparentes convertidos (Ap 7.917). O versículo 9 diz: “Depois destas coisas”, que é uma referência à seção anterior (Ap 7. 1-8), estabelecendo uma relação de causa/efeito entre as duas seções da Escritura. Esses “servos”, evidentemente, são selados para o propósito de pregar o Evangelho como meio de salvação da “grade multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (Ap 7.9).Crê-se que os “servos” de Apocalipse 7 cumprem a profecia de Isaías 49.6: “Sim, diz ele,, Pouco é o seres me servo, para restaurares as tribos de Jacó e tornares a trazer os remanescentes de Israel; também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até a extremidade”. Israel cumprirá esta profecia através dos 144.000 judeus que evangelizarão o mundo durante a Tribulação. Maranata! ( Thomas Ice, Pre-Trib Perspectives).


ICE, Thomas .  Os 144.000 judeus selados durante a Tribulação. Chamada da Meia-Noite, Porto Alegre, a.38, n.07, p.22, jul. 2016.

Fonte: Chamada da Meia Noite

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A UM PASSO DA MORTE E OUTRO PARA A VIDA

Por Geovani F. dos Santos


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“Considerando que ninguém conhece o futuro, quem poderá dizer o que vai acontecer? Ninguém controla o vento, como não domina o próprio espírito, tampouco tem poder sobre o dia da sua morte e de evitar lutas e guerras; nem mesmo a malignidade ou a riqueza deixam impunes os seus adeptos” (Eclesiastes 8.7.8).



Todos os homens sabem que um dia deixarão este mundo, que um dia irão morrer. No entanto, mesmo que tenham está certeza inexorável seguem como se fossem eternos ou como se nunca serão visitados pelo aguilhão do rei dos terrores. Os homens parecem inebriados pelo engano do pecado e não se apercebem que estão à beira de um abismo e, que, a qualquer momento impreciso de se determinar cairão nele. Este sono entorpecedor e mortal, inoculado pela serpente malévola nos corações, impede que os homens despertem e se apercebam de seu estado de perdição. Satanás continua a sussurrar sibilantemente nas mentes a enganosa frase:  “Certamente não morrerás” (Gênesis 3.4). Esta estratégia malévola e matreira, revela como o maligno atua meticulosamente nos corações e mentes dos homens para lhes dar uma falsa sensação de segurança, tendo como único intuito, enredar ainda mais os homens com distrações mundanas e, por fim, precipitá-los no inferno de onde jamais sairão.

No entanto, a sentença proferida pelos santíssimos lábios do Criador continua tão em voga do que quando foi proferida no Jardim do Éden: “Porquanto és pó, e ao pó tornarás” (Gênesis 3.19).  Portanto nenhum homem sobre a terra, salvo se for arrebatado por ocasião da vinda de Jesus, estará imune à morte. Está é a sina universal de todos os filhos de adão, que ao nascer, herdaram as consequências do pecado original, e, por isso, ou seja, por solidariedade, herdam a corrupção e a morte do corpo. Paulo declara:Concluindo, da mesma forma como o pecado ingressou no mundo por meio de um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte foi legada a todos os seres humanos, porquanto todos pecaram” (Romanos 5.12).

A Bíblia enfatiza esta verdade de forma veemente e conclama todos os homens a serem prudentes consigo mesmos e no tocante as suas vidas espirituais. Deus tem falado ao longo das eras e os cemitérios são pregadores que falam todos os dias às multidões. Cada lápide, cada tumba fria é uma mensagem altissonante de que um dia estaremos diante do juiz para prestarmos contas de nossos atos cometidos por meio do corpo e, portanto, devemos andar diante Deus em retidão, recebendo a sua oferta de Graça pelos méritos de Cristo na cruz de Gólgota, onde Ele nos franqueou a libertação do pecado e da morte. Paulo declara: “Sendo assim, como por meio da desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores, assim também, por intermédio da obediência de um único homem, muitos serão feitos justos”. (Romanos 5.19).

Cristo é a única salvaguarda para escaparmos da condenação e morte eternas. Não existe outro meio ou alternativa. Sem a sua interveniência seremos invariavelmente conduzidos como réus às masmorras eternas, destino de todos os homens que rejeitaram ou se esqueceram de Deus em suas vidas e, tampouco lhe deram glória. O salmista assevera: “Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus” (Salmo 9.17). As advertências divinas não devem ser ignoradas por quem quer que seja. Não se pode fazer ouvidos moucos à verdade sob pena de se pagar o preço supremo por tal negligência e incúria para com as coisas santas. Lembrem-se das palavras solenes e judiciosas do apóstolo Paulo: "Não vos enganeis, de Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará" (Gálatas 6:7).


Um soldado lia a bíblia enquanto se dirigia ao front de batalha. Em um dado momento, três homens se assentaram diante dele. Dois deles, vendo-o ler a Bíblia, começaram a escarnece-lo insistentemente. O soldado dirigindo-se a eles disse: “Senão vos arrependerdes, todos, de igual modo perecereis”. Repetiu esta frase três vezes sofrendo o desprezo dos homens. Somente o terceiro soldado, que mostrou descontentamento pelo comportamento de seus colegas voltou vivo da refrega. No livro de Hebreus está escrito: “Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? Esta salvação, primeiramente anunciada pelo Senhor, foi-nos confirmada pelos que a ouviram” (Hebreus 2.3). Não deixe para depois estão tão preciosa oportunidade. Amanhã poderão se fazer os convites para o seu funeral, então será tarde demais para qualquer arrependimento. “Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações“ (Hebreus 3.7,8).      

segunda-feira, 7 de julho de 2014

NO TRABALHO DO MESTRE

O trabalho do Mestre exige dos seus servos completo engajamento e denodado esforço. Os que se prontificam aos labores da seara devem estar aptos aos desdobramentos próprios da jornada. Nada é fácil! Os obstáculos podem ser grandes e as oposições ferrenhas. No entanto, cabe deixar registrado que o Senhor prometeu estar com os seus até o fim. " Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século" ( Mt 28.20).

A obra a que o cristão foi incumbido terá sempre a supervisão do celeste diretor através do seu Santo Espírito.  Todos os dias o  "servo" poderá contar não apenas de palavras de orientação,  como também de dispositivos espirituais poderosos para o progresso do Reino.

Os soldados têm a presença do General, cujas insígnias refulgem mais que o sol em seu fulgor, insuflando de destemor os seus guerreiros. Jesus marcha à vanguarda dos seus remidos com as suas vestes tintas do sacro sangue da cruz,  para dar alento aos desanimados e libertar das algemas do Diabo todos os que foram concatenados pelo mal. Na grande tarefa de anunciar o Evangelho, Cristo é o ator principal, os cristãos, apenas coadjuvantes.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

PREGAÇÃO DA PALAVRA

Por Geovani F. dos Santos


No dia 17/ 01/2013, tive a honra de pregar na Assembleia de Deus, Ministério Alfa e Ômega, situada no bairro Jacaré em Cabo Frio, RJ. Na ocasião, ministrei em Romanos  6. 11-13, versando sobre a necessidade de, como diz  Paulo, considerarmo-nos mortos para o pecado, mas vivos em Deus por Cristo Jesus, nosso Senhor.



O apóstolo, neste contexto, admoesta sobre a necessidade de apresentarmos nossos membros para a prática da justiça e não da injustiça. Uma vez mortos para o pecado, precisamos produzir frutos compatíveis com esta nova dinâmica de vida. O crente é liberto para viver em novidade cotidiana, regado pelas indizíveis bênçãos celestiais e adubado pelo vigor salutar da Palavra.

O pecado não pode exercer mais o seu poder controlador e destruidor sobre nós, por que uma vez estando sobre a graça e mortos para ele, temos sua letalidade anulada pelo poder do sacrifício de Cristo no Calvário. Deixamos, pois, de ser escravos para viver na plenitude da liberdade com que Cristo nos libertou. Somos livres na maior acepção da Palavra. Livres para servir como dispenseiros e mordomos fiéis em favor do seu reino.

Discorri também, na oportunidade concedida, sobre a persistência cristã em se perseguir uma vida de santidade como requisito maior para o sucesso do crente na vida espiritual e, também,  como única salvaguarda contra as influências do mundo, da carne e do Diabo. Na Carta aos Hebreus está escrito que 'sem santidade ninguém verá o Senhor.'  Portanto, não sejamos negligentes ou relapsos no tocante à santificação, mas diligentes e conscienciosos para não sermos condenados com mundo.

O crente não pode exibir caráter ambíguo ou ambivalência comportamental, inconsistências morais ou pendores lascivos, inclinações luxuriosas ou associações duvidosas. O seu viver precisa ser marcado pela compostura, disciplina e renúncia, características marcantes de um verdadeiro atleta cristão. Paulo reforça o argumento dizendo :  "Não sabeis vós que os que correm nos estádios só um leva  o prêmio? Correi de tal forma que alcanceis. Eles correm por uma coroa corruptível; mas nós, porém, por uma incorruptível ( I Co 19.24,25).

Mais uma vez fica claro que incoerências no que respeita ao caráter santo de um cristão e ambiguidades de conduta ou como nas palavras de Elias, "um coxear de pensamento"( 1 Rs 18.21) em si só, já revelam muito o que há no coração.



Soli Deo Gloria!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

DEUS SABE





“Eu sei quantas coisas boas você está  fazendo” (Ap 2.2a). “Deus conhece cada esforço envidado pelos seus servos no afã de fazer a sua obra. Todo árduo trabalho ou sofrimentos em prol do Reino terão avultado galardão( Pv11. 18; 12.14; I Co 3.14-15; Ap 22.12). Paulo declara que o trabalho cristão jamais será em vão no Senhor (I Co 15.58). A seu tempo, os laboriosos servos que militarem legitimamente na seara do  Mestre receberão os seus louros ( Is 40.10;62.11;Jr31.16;Jo4.36; I Co 3.14; Co 3.24; 2Jo 1.8; Ap 22.12).

A igreja de Cristo na terra não apenas leva a missão de pregar o Evangelho ao mundo (Mc 16.15), como também deve levar o seu testemunho(Mt13. 9; At 14.3; 20.24; 26.22; I Co 2.1; 2 Ts 1.10; 2 Tm1.8; I jo 5.10) e o seu vitupério ( Hb 11.26;13.13). Cristo nos chama para encarnarmos o seu modelo de servo sofredor e o seu exemplo de desapego aos padrões do mundo. Servir a Deus exige acima de tudo renuncia e abnegação. O Mestre nos conclama a negarmos a nós mesmos, carregar a nossa cruz e segui-lo(Mc 8.34; Lc 9.23). Ele mesmo deixou  bem claro que aquele que lança mão do arado para trás não pode olhar( Lc 9.26). O caminho é para  frente, para o alvo da soberana vocação em Cristo Jesus(Fp 3.14). Devemos, portanto, abandonar todos os andrajos, rudimentos e ranços da velha vida para agradar ao Senhor que nos chamou( Gl 4.3-9; Cl 2.8; Hb 6.1).

Paulo declara que os que militam não devem se embaraçar com os negócios desta vida (2 Tm 2.4,5). Qualquer comprometimento escuso ou transigência com o atual sistema constitui-se alta traição. A Bíblia é clara, não devemos amar o mundo (I Jo 2.15). Tal envolvimento é em si mesmo perigoso e danoso para com a comunhão e o serviço cristão.

Mais uma vez as palavras de Paulo fazem eco ao asseverar que não podemos nos conformar com este século( Rm 12.2). Àqueles que desejam entrar no Reino devem ser antagônicos aos valores vigentes que estão em franca oposição ao Evangelho. Quem serve ao Senhor anda na contramão destes valores e repudiará quaisquer tentativas de se ter a aceitação do mundo ou de se tê-lo como referencial.

Tiago afirma que a amizade do mundo é inimizade contra Deus( Tg 4.4). Não podemos servir a dois senhores, Jesus deixou categoricamente exposto tal realidade em seu discurso terreno (Mt 6.24). Se desejarmos servi-lo com inteireza de propósito e denodo, sejamos, pois, obedientes às admoestações divinas ainda que isso gere perseguição e martírio. Perfilamos ao lado de Pedro quando diz: “Mais  importa obedecer a Deus e não aos homens” ( At 5.29).

Lembremos-nos sempre de uma coisa: para exercermos a obra de Deus teremos sempre ajuda do Espírito santo. Para tanto, Deus concedeu dons espirituais e talentos a sua igreja, que para exercer de forma correta tais carismas, deve atentar para as instruções bíblicas concernente à vida de santidade e a observância dos princípios bíblicos e exposições apostólicas. Tendo estes alvos delimitados sob a estrita dependência do Espírito Santo, inicia-se a tarefa de plantar sementes no solo dos corações dos homens. Este desafio exige constate oração e empenho por parte dos envolvidos.