quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

PROFECIAS E PROFETAS DE FALSIDADE

Resultado de imagem para falsos profetas



"Os pregoeiros do fim dos tempos surgem hora ou outra com as suas predições estapafúrdias e eivadas de engano. Ao longo da história não foram poucos e os seus vaticínios equivocados só lançaram mais incredulidade à fé de milhões que creram neles, bem como ofereceu munição aos escarnecedores de plantão e céticos profissionais."



                                                                                           Geovani F. dos Santos

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GRATIDÃO E ALTERIDADE - DUAS VIRTUDES IMPRESCINDÍVEIS

Resultado de imagem para lança o teu pao sobre as aguas


Por Geovani F. dos Santos


“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás. Reparte com sete e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.” (Eclesiastes 11.1-5).
  

Todo o cristão deve ter a perspectiva que a fé lhe apresenta durante toda a sua existência neste mundo. Se de fato, ele crê que o Senhor lhe dirige os passos e lhe concede reais diretrizes para a jornada, não se preocupará com as circunstâncias ao seu redor ou mesmo diante de si, mas seguirá confiante de que Deus jamais o deixará frustrado nessa esperança. Ter fé e acreditar que a despeito das probabilidades apresentadas, sejam estas positivas ou negativas, é Deus que sempre tem a última palavra em nossas vidas. Partindo desta premissa, o cristão estará apto a prosseguir sua caminhada firme em seu propósito e descansado na providência do Altíssimo.

O servo de Deus olha para o futuro com um olhar de esperança. Sabe que tudo está nas mãos do Senhor e, que, segundo o seu santo beneplácito dará êxito a todas as empreitadas realizadas em fé. Quem confia no agir de Deus sabe que todas as ações têm consequências temporais e atemporais, e, que, estas consequências repercutirão tanto nesta vida quanto na eternidade, ou seja, nossas atitudes tem uma relação de causa e efeito que determinarão a perda ou o ganho da recompensa ao cabo de nossa carreira terreal.

Quando meditamos nesta passagem acima, somos levados a ponderar sobre a existência e também sobre a necessidade de sermos generosos e hospitaleiros para com todas as pessoas neste mundo. Mesmo que a nossa atitude não tenha uma aparente resposta no presente, o que vale é fazermos o bem sabendo que quem de fato recompensa é o Senhor, por isso, não esperemos a gratidão dos outros ou ainda que nos elogiem por nossas boas ações, porque isso pode não acontecer. As Escrituras dizem que Jesus curou dez leprosos, no entanto, somente um veio lhe agradecer (Lucas 17. 11-19).

Na Bíblia de Estudo Vida Nova encontramos o seguinte comentário: “ Não devemos esperar que, aquele que foi beneficiado pelo nosso amor, nos pague oportunamente. Deus, contudo, nos há de suscitar um benfeitor, quando o necessitarmos, e os que por nós foram contemplados, no dia do juízo darão testemunho em nosso favor” (Cf Atos 14.13; Mt 25.40).

A grande recompensa de servir ao próximo não está nas vantagens imediatas que esse gesto pode trazer, mas na certeza de que, mesmo que não sejamos tratados à altura pelo nosso altruísmo, o que importa mesmo é ver as pessoas felizes e satisfeitas em suas necessidades. Isso é verdadeira empatia e alteridade na maior acepção do termo. Os homens são falhos e podem esquecer muito rapidamente do que lhe fizemos. Certo escritor e poeta disse que “a virtude da gratidão é para poucos”. Mark Twain declarou: “Se recolhes um cachorro faminto e lhe deres conforto, ele não te morderá. Eis a diferença entre o cachorro e o homem. ” Todavia, Deus é o galardoador fiel que trata a cada um segundo a sua retidão. Quem faz o bem esperando em Deus, somente, será recompensado nesta vida e na eternidade com ricas dádivas de justiça e paz.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

UM CHAMADO À FÉ E À OBEDIÊNCIA

Por Geovani F.dos Santos


Resultado de imagem para dias de nóe



"Noé creu em Deus e confiou nele em uma época marcada pela iniquidade e a perversão absolutas. O tempo de Noé é análogo ao nosso, repleto de malignidades e imagens lamentáveis de apostasia desenfreada que só tende a aumentar  à  medida que o Dia do Senhor se aproxima. O que caracterizou a vida do patriarca foi uma obediência incondicional à vontade divina e uma  retidão que o distinguiu dos demais habitantes antediluvianos. 

Em Hebreus 11.7 está escrito que ele  "divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, em santo temor, construiu uma arca para salvação da sua família. Pela fé condenou o mundo e tornou-se herdeiro da justiça que vem da fé". Observe que uma minoria entra na arca, os demais preferem ignorar a voz do justo Noé e enfrentar os rigores do juízo divino. Certa feita, perguntaram a Jesus: Mestre, são poucos os que são salvos? Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão ( Lucas 13.23,24). Pense nisso! 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A AGRESSÃO IMIGRATÓRIA ISLÂMICA DA TURQUIA CONTRA O OCIDENTE



Por Gregg Roman e Gary C. Gambill



Durante meses, os políticos ocidentais estão agonizando sobre o que fazer com as massas de imigrantes muçulmanos sunitas que estão inundando a Europa em barcos, principalmente sírios. Em grande parte ausente dessa discussão está a pergunta da razão por que esse dilúvio está acontecendo.

Para começar, não tem muito a ver diretamente com a guerra civil na Síria ou o surgimento do ISIS. A vasta maioria dos 886.662 imigrantes que entraram ilegalmente na Europa neste ano embarcaram na Turquia, um pouco mais da metade deles eram sírios que já eram refugiados na Turquia há quatro anos. “Autoridades da UE [União Europeia] disseram… que o governo turco era muito eficaz, nos anos anteriores, em impedir que os refugiados saíssem da Turquia,” de acordo com o jornal Wall Street Journal.

O que causou o aumento forte na imigração é que o governo turco parou de contê-la. Nos anos recentes, o governo turco vem permitindo que traficantes humanos expandam vastamente suas operações, abaixando dez vezes menos os preços (de 10.000 a 12.000 dólares por pessoa no ano passado para cerca de 1.250 dólares hoje, de acordo com um relatório). Isso produziu o que o jornal New York Times chama de uma “economia de mercado negro multimilionária” que lucra do tráfico, desde os contrabandistas até os fabricantes de balsas infláveis baratas, coletes salva-vidas e outros equipamentos.

No início deste ano, havia ficado mais fácil e barato do que nunca antes entrar ilegalmente na Europa por meio da Turquia, e mais pessoas estão tirando vantagem da oportunidade que o governo turco criou.

Então, por que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan abriu a porteira? Em poucas palavras, para extrair concessões financeiras, políticas e estratégicas dos governos europeus em troca do fechamento da porteira.

O governo turco não tem tido nenhuma vergonha de pedir dinheiro durante o curso de suas negociações com autoridades da UE em semanas recentes. Em 29 de novembro a UE concordou em dar para a Turquia uma “ajuda inicial” de 3,19 bilhões de dólares e acelerar o pedido turco de se unir a UE em troca de promessas turcas de patrulhar melhor seus litorais.
Erdogan também usou a crise para gerar apoio político externo antes das eleições rápidas em 1 de novembro, essencialmente uma repetição das eleições de junho de 2015 que viu o partido AKP perder sua maioria parlamentar pela primeira vez. Embora o protocolo diplomático ocidental desaprove visitas estatais durante a época da eleição, a chanceler alemã Angela Merkel visitou Istambul para reuniões de alto nível com Erdogan e o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu apenas duas semanas antes da votação. A Comissão Europeia adiou a divulgação de um relatório que explica em detalhe a erosão do Estado Democrático de Direito, a liberdade de expressão e a independência judicial na Turquia até depois da eleição a fim de, de acordo com a Reuters, “evitar antagonizar” o presidente da Turquia.

Talvez o mais preocupante é o fato de que a Turquia está buscando compensações financeiras por sua agressão imigratória à Europa. Numa carta enviada aos líderes europeus na cúpula de imigração da UE em 23 de setembro, Davutoglu propôs a criação de uma “zona segura” e uma zona de proibição de voos sob controle dos EUA que se estendesse desde a fronteira turca até 80 km dentro do norte da Síria, onde seu governo tem apoiado uma variedade de insurgentes islâmicos sunitas contra o exército sírio e os curdos locais.

Embora o começo da intervenção militar russa na Síria em 30 de setembro tivesse dado um basta nessa fantasia por enquanto (o que talvez explique por que os turcos foram tão rápidos para puxar o gatilho e abater um avião russo que violou de leve seu espaço aéreo em 24 de novembro), pode apostar que Erdogan usará a crise imigratória para pressionar o Ocidente a apoiar suas ambições na Síria.

Se tudo isso parece familiar, é porque o falecido líder líbio Muammar Gaddafi costumava fazer o mesmo jogo, abrindo e fechando a porteira da imigração ilegal de africanos para a Europa como um meio de extrair concessões. A questão mais problemática, então e agora, não é o que fazer com os imigrantes, mas o que fazer com um governo que de forma tão cruel manipula as massas de seres humanos oprimidos como tática de pressão diplomática.
Nisso há espaço para debate. Mas o primeiro passo para se fazer algo sobre isso é chamar Erdogan do que ele é — perigoso e manipulador. Ele não é amigo dos líderes ocidentais. Contudo, depois da reunião com Erdogan em Paris na terça-feira, o presidente Obama louvou a Turquia por ser “extraordinariamente generosa no que se refere ao seu apoio aos refugiados.”

O próximo passo, em vez de subornar a Turquia com pagamentos de resgates para encerrar a imigração de refugiados da Síria e Oriente Médio para o Ocidente, o Ocidente deveria fazer o feitiço virar contra o feiticeiro — o governo turco. A perda potencial de apoio ocidental à Turquia enquanto lida com a Rússia e o ISIS deveria ser o alerta de desastre iminente, convencendo Erdogan a conter a crise de refugiados.


O apoio material ocidental à Turquia deveria ser cortado totalmente a menos que o governo turco acabe com a crise de refugiados que o próprio governo turco está fabricando e comece a trazer estabilidade para a região. É oportuno que uma antiga tragédia grega perturbe a atual realidade calamitosa criada pelos turcos.



Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

NÃO PRESUMAIS DO AMANHÃ


Por  Geovani F. dos Santos



Resultado de imagem para manha brilhante



Provérbios deixa claro: "Não presumir sobre o amanhã".  A vida é um sopro ligeiro e tão fugaz como a neblina pela manhã, por isso, deve ser vivida com entendimento e, sobretudo, com temor a Deus. O fato de estarmos no mundo é uma dádiva de Deus. O ato de respirar e de poder enxergar a beleza da existência, constitui-se num grande e maravilhoso aspecto da providência a todos nós seres humanos. Devemos entender isso como um presente magnânimo do Eterno. Portanto, não desperdicemos o nosso tempo com frugalidades inúteis, pois tudo o que fizermos debaixo do sol, Deus nos pedirá contas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

TEMER ESTÁ PINTADO PARA GUERRA


Por ELIO GASPARI 







Quando Dilma Rousseff disse “confio e sempre confiei” no vice-presidente Michel Temer, pois “não tem que desconfiar dele um milímetro”, sabia que essa era uma construção da realidade própria na qual é capaz de viver. Nela, doutorou-se em Economia pela Universidade de Campinas, foi presa por delito de opinião e, como se sabe, o país vive o momento da “Pátria Educadora”.

As pedaladas fiscais foram uma mentira contábil, o trem-bala e a ferrovia chinesa que uniria o Atlântico ao Pacífico foram delírios palacianos. Mesmo admitindo-se que todos os governos mentem, o perigo não está apenas nas patranhas, mas no mentiroso que acredita no que diz ou se julga livre para dizer qualquer coisa, dando por entendido que se deve acreditar nele.

Enquanto a doutora derramava sua confiança em Michel Temer, estava a caminho do Planalto uma carta do vice-presidente na qual, fugindo ao seu estilo aveludado, disse o seguinte: “Sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã”.

Dizer que essa é uma carta de rompimento é pouco. Temer pintou-se para a guerra e tornou-se, ao lado do deputado Eduardo Cunha, o principal estímulo ao impedimento da doutora. Já houve caso de vice-presidente (Aureliano Chaves) que, conversando com outra pessoa (o general Ivan Mendes), ameaçou meter a mão na cara do titular (João Baptista Figueiredo). Carta como a de Temer é coisa que nunca se viu.

Pode-se pensar o que se queira de Temer, mas deve-se reconhecer que ele listou fielmente oito episódios em que foi maltratado pela doutora. No mais grotesco, a falta de confiança foi explicitada quando ela puxou-lhe o tapete depois de pedir-lhe que assumisse a coordenação política do governo. Vale lembrar que Temer não precisava do lugar, e a manobra poderia ter dado certo, estabilizando o governo. No episódio mais ridículo, Dilma permitiu na semana passada que o comissariado do Planalto divulgasse uma versão falsa do teor de uma conversa que os dois tiveram. Nela Temer teria oferecido seus préstimos para deter o processo de impedimento. Era mentira. Seria injusto atribuir todas essas situações à doutora. O bunker petista do Planalto também opera num mundo próprio.

A queixa central de Temer está na hostilidade do comissariado para com o PMDB. É esse o nó que Dilma amarrou ao próprio pescoço. Logo depois de reeleita, ela aceitou a formulação de que o governo podia se afastar do valioso aliado. Isso seria possível, assim como seria possível eleger o petista Arlindo Chinaglia para a presidência da Câmara, derrotando Eduardo Cunha. Deu no que deu.

Desde agosto, quando Temer disse que se fazia necessário buscar “alguém” que tivesse “a capacidade de reunificar a todos”, Dilma passou a desconfiar quilômetros de seu vice. Os dois dançaram uma coreografia da enganação, com Temer esclarecendo que fora mal interpretado, e ela aceitando a explicação pois, mais uma vez, a culpa teria sido da imprensa.

Depois da carta de Temer, não se pode mais falar que há uma conspiração contra a permanência de Dilma Rousseff na Presidência. O processo para que a Câmara vote sua deposição segue o ritual do regimento, e o vice-presidente da República assumiu a condição de pretendente ao trono.



Fonte: O Globo

sábado, 5 de dezembro de 2015

OS DIAS FINAIS E OS SINAIS DOS TEMPOS

Por Geovani F.dos Santos



Resultado de imagem para daniel e a pedra



Estive pensando nos últimos acontecimentos ocorridos no Brasil e no mundo. Fiquei a ponderar sobre a dinâmica destes eventos, bem com a sua simultaneidade. Dia desses, estava conversando sobre este mesmo assunto com um amado irmão. Na conversa, incluímos exatamente essa questão “escatológica” que permanece uma constante nestes dias carregados de “más notícias” e eventos trágicos. No momento em que escrevo, vêm-me à memória, como num lampejo ou insight, as categóricas palavras do apóstolo Paulo sobre os “dias trabalhosos”, os quais antecederiam a volta do Messias. Paulo declara:

“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te (2 Timóteo 3.1-5).

O apóstolo, no texto acima, não está falando dos seus dias ou da época em que viveu. Embora o mal já estivesse recrudescendo drasticamente naquele tempo, as palavras do pregador aos gentios não se dirigiam necessariamente aos seus contemporâneos. Eram palavras proféticas que tinham uma dupla diretiva , mas que seriam melhor aplicadas a uma era posterior, antes da iminente Volta do Senhor, quando o mundo passaria por um transe agudo sem precedentes em toda a história.

Os dias descritos pelo apóstolo “caem como uma luva” sobre este século em que vivemos, onde se vê um ampliado aumento de todo o tipo de malignidades e afrontas contra Deus. Não é debalde, que o escritor Norbert Lieth, em artigo, declarou que “as fronteiras de Sodoma e Gomorra já foram ultrapassadas há muito tempo. Isso implica dizer que as trevas pecaminosas em que estas cidades estavam mergulhadas, são “fichinha” se comparados aos tempos pós-modernos em que atravessamos. Os claros indícios disso são perceptíveis nas sociedades, as quais se abriram para toda sorte de abominações e iniquidades que trarão consequências destruidoras às nações, haja vista atrairão a ira do Deus Santo às suas condutas reprováveis.

Assim como no passado, os homens hodiernos permanecem em sua pertinácia contra os céus, não dando o braço a torcer e, tampouco, arrependendo-se de suas atitudes ímpias. O escritor de Provérbios assevera que os homens não aceitaram os conselhos de Deus e desprezaram a sua repreensão (Provérbios 1.30). Enquanto deveriam ser “prudentes” e “deixarem-se instruir” (Salmo 2.10), avançam em sua obstinação, ignorando o dia do acerto de contas.

O resultado da apostasia é evidente e os homens não se dão conta de que todo o desequilíbrio existente neste mundo é produto do pecado praticado e da ausência de reconhecimento da existência de um Deus real, que exige das suas criaturas um padrão de moralidade compatível com as Sagrada Escrituras. À medida que o homem se afasta de Deus e adota uma ideário de vida “libertino” destituído dos princípios judaico-cristãos, abre as portas para um viver sem limites onde não existem absolutos morais, e, portanto, tudo é permitido.

A nossa sociedade “sofisticada e independente” sorve a longos haustos do veneno da serpente, que em sua franca oposição ao Altíssimo, continua espalhando a rebelião no mundo. No entanto, sabe-se que os dias deste império sinistro estão contados e o sistema político mundial entrará em colapso total, até que seja por fim destruído pela VINDA DE NOSSO GRANDE DEUS E SALVADOR CRISTO JESUS. “Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre" (Daniel 2:44).